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Evolução da Arte Romana

Por:   •  11/4/2017  •  Seminário  •  1.194 Palavras (5 Páginas)  •  223 Visualizações

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Arte Romana

(do latim Romanus es)

                   

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Beatriz Fernanda Nº 04

Beatriz Moulin Nº 05

Danielle Ribeiro Nº 11

Débora Sanches Nº 12

Vitória Vassalo Nº 40

1º A - 2017

Evolução das Artes Visuais – Profª Ana Maria

Índice

  1. Origem de Roma
  2. Introdução à arte romana
  3. Pintura Romana
  4. Mosaico
  5. Escultura Romana
  6. Arquitetura Romana
  7. Bibliografia

  1. Origem de Roma

Diversas histórias a respeito da origem de civilizações e povos são fundamentadas em explicações mitológicas, e não foi diferente com Roma.

O início do império se deve a dois gêmeos, Rômulo e Remo. Ambos eram filhos de Reia Sílvia, uma sacerdotisa que diz ter sido abusada pelo Deus Marte. Dessa forma, seu tio, Amúlio, que usurpou o reino de Alba Longa do próprio irmão, ordenou que as crianças fossem jogadas no rio Tibre.

Os meninos, então, foram encontrados por uma loba às margens do rio que os amamentou, garantindo a sobrevivência dos gêmeos. Os dois viveram no local durante um período de tempo, criados por um pastor e, ali, construíram uma aldeia, de onde deriva-se Roma.

Entretanto, em uma disputa do trono, Rômulo assassina Remo e, consequentemente, se torna o Primeiro rei de Roma.

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  1. Introdução à arte romana

A arte pode ser considerada uma das mais célebres manifestações da cultura de Roma, sendo fortemente estudada e apreciada até os dias atuais. A arte romana sofreu grandes influências por parte dos etruscos (voltada para a expressão da realidade vivida) e dos greco-helenísticos (orientada para a expressão de um ideal de beleza) que ocuparam regiões da península Itálica entre os séculos XII e VI a.C.

Apesar da herança de outros povos, os romanos foram capazes de acrescentar traços marcantes e pessoais em sua arte, construindo uma forma de identidade individual.

  1. Pintura Romana

Grande parte das fontes de estudos sobre a pintura é fruto das cidades de Pompeia e Herculano, que forram soterradas por uma erupção do vulcão Vesúvio no ano de 79 d.C. Mesmo com todo o estrago, as principais relíquias foram preservadas graças à catástrofe, nos fornecendo algumas características dos murais romanos. As principais características da pintura romana foram o realismo, a riqueza de detalhes, a noção de perspectiva, as composições com cores vivas, a delicadeza e harmonia. Sem contar a abordagem de diversas temáticas:

  • Pintura triunfal (cenas históricas)
  • Pintura mitológica (mitos e lendas)
  • Pintura de paisagem (natureza)
  • Natureza-morta (vida cotidiana)
  • Retratos

duas tipologias: 

- Pintura mural: utiliza-se a técnica de afresco, onde as paredes são pintas sobre o gesso ainda molhado, dando fixação à tinta.

-  Pintura móvel: utiliza-se a técnica encáustica, onde se aplica tinta sobre suportes de madeira, pedra, marfim ou metal e o aglutinante dos pigmentos é a cera quente.

Devedora dos gregos, a pintura romana foi dividida por Augusto Mau, no século XIX, em quatro estilos:

  • Incrustação (primeiro estilo, século II a.C.): caracterizado pela aplicação de cores sobre retângulos de mármore, semelhantes a um retalho, dando um efeito de relevo.

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  • Estilo arquitetônico (segundo estilo, 80 a.C.): mescla do primeiro estilo, porém com blocos pintados a partir do chão, esse estilo permite uma ilusão de ótica onde se simulam janelas e painéis que ilustram paisagens e dão a impressão de tridimensionalidade.

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  • Estilo enfeitado (terceiro estilo, 1 d.C.): evolução do estilo anterior, pinturas ornamentais e detalhadas sobre um fundo monocromático.

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  • Estilo cenográfico (quarto estilo, século 60 a.C.): reunião dos três estilos, usa-se blocos de mármore na base das paredes; cenas arquitetônicas naturalistas; grandes superfícies planas com detalhas arquitetônicos, também reforça o aspecto teatral e enquadra temática mitológica e cotidianas, além da paisagem.

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  1. Mosaicos

 Com o tempo os romanos também aderiram a técnica do mosaico, que eram simplesmente pedras coloridas que substituíam a pintura. O mosaico consiste na colocação se pequenos pedaços de pedra de cores diferentes lado a lado, sobre uma superfície de gesso ou argamassa, de acordo com o desenho e como resultado, tem-se uma obra semelhante à pintura.

Os gregos usavam os mosaicos principalmente nos pisos. Já os romanos os utilizava na decoração, demonstrando grande habilidade na composição de figuras e no uso de cor.

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