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SOBRE EDUCAÇÃO E JUVENTUDE (ZYGMUNT BAUMAN)

Por:   •  29/11/2018  •  Pesquisas Acadêmicas  •  975 Palavras (4 Páginas)  •  15 Visualizações

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CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ


Pamela de Oliveira 721183
Nayara Ivy 719141
Beatriz Staniscia Zaparolli 719149

DISSERTAÇÃO BASEADA NO LIVRO

“SOBRE EDUCAÇÃO E JUVENTUDE (ZYGMUNT BAUMAN)”.

Santo André

2014

DISSERTAÇÃO BASEADA NO LIVRO “SOBRE EDUCAÇÃO E JUVENTUDE (ZYGMUNT BAUMAN)”.

A vida liquida é a civilização da compulsão, onde a globalização torna-se parte e comanda a economia, e vivemos em um mundo em que a sociedade vive em nome do consumismo.

Na sociedade onde vivemos, se as pessoas não estão atualizadas, elas não estarão globalizadas e acaba sendo eliminadas, e uma das principais exclusões desta convivência é a população de baixa renda.

A dominância do mundo liquida está ameaçando os cidadãos, a sociedade é uma ameaçada, e esta vivenciando um progresso supérfluo, onde as pessoas gastam sem ter mais verbas e acabam resultando na submissão do crédito, ‘’aproveite agora e pague depois’’ pág. 41. Sustentando e motivando técnicas de marketing.

Nesta comparação do consumismo, uns dos afetados são os jovens. Segundo Ricardo Mazzeo, alegando que perderam até mesmo o respeito pelos adultos e o próprio princípio. Uns dos exemplos são os jovens, eles são ofendidos pelo consumo. A juventude esta sendo usada como um ‘’novo mercado’’ para serem conhecidos usando os meios de comunicação, as redes sociais. As empresas tendem a fazer desta forma para ‘’persuadir’’ os jovens a se aprofundarem no consumo, e facilitando a compra.

Os jovens hoje em dia não pensam em progredir na vida, só querem saber de usufruir de roupas, tênis, todos de marca, peças valiosas, muitas vezes passam o dia na internet, e ainda tendo tudo em mãos. A sala de aula torna-se um lugar onde eles podem reclamar e disputar sobre o que seria uma vida boa e consumo equilibrado, tendo a ideia de que quanto mais, melhor. Isso só nos mostra que não temos as coisas por necessidade, e sim para sentir o prazer de ter em mãos aquilo que queremos, só para demonstrar o que temos para a sociedade.

Para Miguel De Cervantes Saavedra a diversidade social tem uma especifica separação, ‘’os que têm e os que não têm’’. Esta divisão mostra que a insuficiência de bens materiais leva a violência, que por não tê-los, leva-os ao desapontamento, a raiva. Uma explicação sobre essa violência é quando atacam as lojas colocando fogo e destruindo tudo que veem pela frente, são procedimentos que levam a satisfazer-se ao desejo dos que podem portar.

Testemunhamos um dos fatos que mostra que somos consumidores acima de tudo. Mostra o descaso de 11 de Setembro de 2011, onde George W. Bush convoca os americanos a superar os traumas e reformar a normalidade e ‘’voltem às compras’’. Mostrando que para nos dispensarmos dos problemas e para distração de problemas, a solução reside nas lojas.

O prazer de consumir mostra que o prazer está no consumo ‘’nas lojas’’, significa que o consumo completa por inteiro as pessoas. A plenitude do prazer de consumir significa a plenitude da vida. Compro, logo existo. Comprar ou não comprar, eis a questão. Pág.83.

Para os consumidores excluídos, não comprar, significa um sentimento de incapaz, uma vida sem realizações, de não servir para nada. Mostrando a falta da dignidade humana, sem merecer o respeito das pessoas que estão ao lado.

Quando esses jovens são pressionados a explicarem o porquê de tanta raiva, o fato é que, quando destruíam as lojas, não estavam tentando ‘’mudar a sociedade’’. Na verdade estavam tentando se integrar ao consumismo, se envolver igual à classe alta, ser igual a eles, na qual já estavam excluídos. Isso se da por através da frustração acumulada, que não se pode explicar.

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