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O Conceito de Alteridade

Por:   •  12/8/2019  •  Resenha  •  396 Palavras (2 Páginas)  •  6 Visualizações

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Emanuel Lévinas não foi o pioneiro a desenvolver o conceito da alteridade. O termo alteridade significa ser outro por si ou constitui-se como o outro, em outras palavras significa pôr-se no lugar do outro onde a partida aí devemos desenvolver a sensibilidade da responsabilidade com o outro.

Para buscar uma maior compreensão dos pensamentos de Emmanuel Levinas devemos fazer um apanhado histórico, levando em consideração o seu tempo foi marcado pela história, pois teve participação na primeira e segunda Guerra Mundial. As guerras Mundiais vieram acompanhadas de uma grande crise para a humanidade e a sociedade, sendo um tempo marcado pela violência tortura e destruições.

A partir desses fatores o pensador percebeu a importância e a necessidade da valorização dos sentimentos éticos do humano e do respeito as diferenças, convidando assim todos assumir uma sociedade plural, fraternal e pacífica.

O ser humano busca o modelo da concorrência e da competitividade aonde dá mais valor às coisas e objetos do que o ser humano, tentando assim se impor sobre o outro buscando cada vez mais somente para si.

Para entender Lévinas é preciso pensar diferente, o filósofo é provocante buscando compreender o que não pode se conhecer. Sendo esse um dos maiores desafios já encarados pelo ser humano pois conhecer aquilo que não se pode conhecer do outro é um desafio.

Lévinas busca esclarecer que a relação de ética deve ser olhada de uma distância que ao observar uma pessoa deve sim resguardar essa distância, mas que essa distância não seja de frieza temor ou mesmo de medo, mas sim uma distância de respeito pelo que a pessoa é e representa.

Devemos nos atentar a qual importância dá aos outros quando falamos ou pensamos neles, o que muda no meu agir perante a presença do outro e o que muda no meu pensar em uma relação de no mínimo duas pessoas, tendo em vista que não é possível falar de ética se não existissem mais pessoas no mundo, só é possível falar de ética quando existe uma relação de duas ou mais pessoas.

Para Levinas a alteridade tem uma importância fundamental na ética, que é classificar o outro, o outro que sempre é mostrado a nos como o rosto, não sendo algo objetivo ou físico. Levinas busca em seu pensamento esclarecer que diante desse rosto não se pode atribuir nenhum valor.

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