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Revolução Keynesiana, Marxismo, Escola Clássica E Fisiocracia

Por:   •  14/10/2013  •  2.272 Palavras (10 Páginas)  •  2.099 Visualizações

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Conceito básico e principais direnças entre: Revolução Keynesiana, Marxismo, Escola Clássica e Fisiocracia

O pensamento econômico passou por diversas fases, que se diferenciam: Fisiocracia, Escola Clássica e Pensamento Marxista, pregava a existência de uma ordem natural, onde o Estado não deveria intervir nas relações econômicas. Os doutrinadores da Escola clássica acreditavam que o Estado deveria intervir para equilibrar o mercado (oferta e demanda), através do ajuste de preços. Já o marxismo criticava a ordem natural e a harmonia de interesses que era defendida pelos clássicos, afirmando que tanto um como outro resultava na concentração de renda e na exploração do trabalho. O Keynesianismo, diferenciam-se dos outros períodos por elaborar princípios teóricos fundamentais e revolucionar o pensamento econômico, merecendo, portanto, destaque. Na Teoria Keynesiana, procura-se explicar as flutuações de mercado e o desemprego (suas causas, sua cura e seu funcionamento).

FISIOCRACIA (Séc. XVIII)

A Fisiocracia impôs-se principalmente como doutrina da Ordem Natural: o Universo é regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência divina para a felicidade dos homens. Estes, por meio da razão, poderão descobrir essa Ordem. Precursor em alguns campos, distinguiu-se Quesnay na formulação de princípios de filosofia social utilitarista (obter a máxima satisfação com um mínimo de esforço), do Harmonismo que se desenvolveria no séculoXIX (embora consciente do antagonismo de classes, acreditava Quesnay na compatibilidade universal ou complementaridade dos interesses pessoais numa sociedade competitiva), da teoria do capital (os empresários agrícolas só podem iniciar seu trabalho devidamente equipados, ou seja, se dispuserem de um capital no sentido de riqueza acumulada antes de iniciar a produção, mas não analisou a formação e o comportamento do capital monetárioe do capital real) etc. No Quadro econômico,Quesnay representou, de modo simplificado, o fluxo de despesas e de bens entre as diferentes classes sociais, distinguindo um equilíbrio de quantidades globais que os Keynesianos deveriam analisar apartir de 1936. Tal como Cantillon, evidenciou a interdependência entre as atividades econômicas, problema queWalras estudaria mais tarde. Indicou como a agricultura fornece um "produto líquido" que se reparte entre as classes da sociedade e admitiu ser a terra produtora da mais valia.Importante instrumento de análise o Quadro é o precursor da economia quantitativa, embora o aspecto econométricoda obra de Quesnay tenha readquirido atualidade apenas a partir de Léontief . Em 1764, Adam Smith, então professor de Filosofia Moral na Universidade de Glasgow, entrou em contato com Quesnay, Turgot e outros fisiocratas, ao visitar a França. Doze anos depois, tornou-se o chefe da Escola Clássica que, juntamente com a Escola Fisiocrática, marcou o início da fase propriamente científica da economia.

ESCOLA CLÁSSICA (Fins do Séc. XVIII e início do séc. XIX)

A base do pensamento da Escola Clássica é o liberalismo economico defendido pelos fisiocratas, cujo principal membro foi Adam Smith, o qual não acreditava na forma mercantilista de desenvolvimento economico, mas sim na concorrência que impulsiona o mercado e consequentemente faz girar a economia. A teoria clássica surgiu do estudo de como conseguir manter a ordem economica, através do liberalismo e da interpretação das inovações tecnológicas provenientes da Revolução Industrial. Todo o contexto da Escola Clássica foi influenciado pela Revolução Industrial, caracterizando-se pela procura do equilíbrio do mercado (oferta e procura), pelo ajuste de preços, pela não intervenção do estado na atividade economica, predominando a atuação da "ordem natural" e pela satisfação das necessidades humanas através da divisão do trabalho, que por sua vez pressupõe a força de trabalho em várias linhas de emprego. A Teoria de Adam Smith,considerado o pai da economia, por ser o primeiro economista a ter formulado uma visão completa da economia e com maior fundamento lógico e sistemático. Sua teoria de maior importância é a Teoria da Mão Invisível, onde o pensador demonstra que as pessoas são movidas por ideais individualistas, quando estes fossem livremente desenvolvidos seriam um fator natural de harmonização que resultaria no bem estar coletivo. Os mercados livres e a concorrência

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