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Texto Para Discussão Em Seminário Realizado Pelo Grupo A, Relativo à Formação Econômica Brasileira

Trabalho Universitário: Texto Para Discussão Em Seminário Realizado Pelo Grupo A, Relativo à Formação Econômica Brasileira. Pesquise 794.000+ trabalhos acadêmicos

Por:   •  5/12/2012  •  3.567 Palavras (15 Páginas)  •  1.634 Visualizações

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Universidade de Brasília

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FACE)

Departamento de Economia

Formação Econômica do Brasil – 2º/2010

Prof. José Roberto Novaes de Almeida

Texto para discussão em seminário realizado pelo grupo A, relativo às seguintes aulas com as seguintes bibliografias:

Aula 10: Empresários e Investimentos.

Notas ao “Capítulo 4 – O Semeador e o Ladrilhador”, seções: “1 – Vida Intelectual na América Espanhola” e “3 – Aversão às Virtudes Econômicas”, “Capítulo 5 – O Homem Cordial”, “Capítulo 6 – Novos Tempos”, (p. 1025 – 1067), de:

Buarque de Holanda, Sérgio. 1936 [1947]. Raízes do Brasil. 2ª ed. modificada. Em Intérpretes do Brasil, vol. III [2000], coord. De Silvano Santiago e intr. Crítica de Maria Odília Leite da Silva Dias. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguillar.

Capítulos “11 – A Civilização do Capitalismo”, “12 – Paredes em Desmoronamento”, “13 – Hostilidade Crescente” e “14 – Decomposição”, na “Parte II – Poderá Sobreviver o Capitalismo”, de:

Schumpeter, Joseph A. 1942 [1961]. Capitalismo, socialismo e democracia. Trad. 3ª ed. Inglesa rev. pelo autor Ruy Jungman. Rio de Janeiro: Ed. Fundo de Cultura. Edição original: Capitalism, socialism and democracy, Londres: George Allen and Unwin.

Aula 11: Escravismo, a grande estagnação do século XIX e o Império Luso-Brasileiro.

Capítulos “XVII - Passivo colonial, crise financeira e instabilidade política”, “XVIII - Confronto com o desenvolvimento dos EUA”, “XIX - Declínio a longo prazo do nível de renda: primeira metade do século XIX”, “XX - Gestação da economia cafeeira”, na “Quarta Parte – Economia de Transição para o Trabalho Assalariado”, de:

Furtado, Celso. 1959 [2007]. Formação Econômica do Brasil. 34ª edição. São Paulo: Companhia de Letras.

José Bonifácio de Andrada e Silva. 1823 [1998]. Projetos para o Brasil. Int., cronologia, nota e org. de Mirian Dolhnikpoff. São Paulo: Cia. Das Letras.

“Capítulo III – O Império: destino manifesto luso-brasileiro”, (p. 79 – 131), de:

Magnoli, Demétrio. 1997. O corpo da pátria: imaginação geográfica e política externa do Brasil (1808 – 1912). São Paulo: Unesp e Editora Moderna.

Aula 12: Café, Escravismo e Capitalismo.

Capítulos “XXI - O problema da mão-de-obra. I. Oferta interna potencial”, “XXII - O problema da mão-de-obra. II. A imigração européia”, “XXIII-O problema da mão-de-obra. III. Transumância amazônica”, “XXIV - O problema da mão-de-obra. IV. Eliminação do trabalho escravo”, na “Quarta Parte - Economia de Transição para o Trabalho Assalariado”, de:

Furtado, Celso. 1959 [2007]. Formação Econômica do Brasil. 34ª edição. São Paulo: Companhia de Letras.

“Capítulo 4 – Transformações na economia cafeeira”, (p. 201 – 249), de:

Viotti da Costa, Emília. 1966 [1998]. Da senzala à colônia. 3ª ed. Fundação Editora da Unesp.

“Introdução” e “Capítulo 4 – As almas que morriam”, respectivamente, (p. 19 – 34) e (p. 143 – 168), de

Karasch, Mary C. 1985 [2000]. A vida dos escravos no Rio de Janeiro (1808 – 1850). Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras. Ed. Original Slave life in Rio de Janeiro (1808 – 1850), loc.: n.d., ed. n.d.

“Capítulo 27 – Os fazendeiros do Oeste paulista”, de:

Gorender, Jacob. 1978 [1992]. O escravismo colonial. 6ª ed. São Paulo: Ática.

Aula 13: Tópico Especial: Educação no Brasil.

Seções “O ensino dos jesuítas na cidade – 1554 – 1759”, “A trajetória inicial do ensino público”, “Estagnação do ensino na cidade – 1834 – 1870” e “Considerações sobre os 300 primeiros anos de educação básica da cidade de São Paulo”, (p. 1 – 90), na “Primeira Parte - Origens – 1554 – 1870”, de:

Marcílio, Maria Luiza. 2005. História da Escola em São Paulo e no Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial e Instituto Fernando Braudel.

A Igreja católica esteve presente no Brasil desde a chegada das primeiras naus na colônia. No século XVI, uma aprovação papal permitia que os membros do clero elegessem candidatos a bispo e cuidassem de toda atividade, favorecendo os grandes monarcas que detinham parte das terras na nova colônia. Muitas intromissões das autoridades traziam revoltas entre os clérigos, que no século XIX fizeram uma pastoral coletiva do episcopado brasileiro com finalidade para a separação da Igreja do Estado.

Apesar da falta de dados, pode-se comparar a clara diferença referente à formação intelectual entre os colonos espanhóis e portugueses. Os espanhóis possuem um número elevado de formandos em bacharel e doutores, enquanto os brasileiros não chegam nem à 10 por cento desse número. A imprensa no Brasil foi liberada tardiamente, para evitar a difusão de idéias revolucionárias na colônia, mas foi um atraso intelecto cultural em relação às colônias espanholas no século XIX.

Outra peculiaridade se deu no desenvolvimento das virtudes econômicas dos portugueses e espanhóis. As negociações, muitas vezes, ocorriam com o surgimento de um vínculo pessoal entre o cliente e o ofertador, em suma, tornam-se amigos o contratante e seu freguês. Como todo tratado informal, esse método possibilitava que um dos dois envolvidos agissem de má fé ou infidelidade, alimentando a ganância dos portugueses, uma ação que ainda não se caracteriza pela mentalidade capitalista.

De modo geral, essa ganância não era exclusiva dos portugueses e espanhóis, essas virtudes burguesas se dissipavam por toda península Ibérica, banqueiros e comerciantes espanhóis com genoveses marcam atividades econômicas importantes. Já a classe nobre de Portugal, muitas vezes, abdicava dos predicados honrosos e da fama em troca de fazendas ou negociações mais lucrativas. Dessa forma, portugueses e espanhóis se diferenciavam principalmente por não agirem de forma impessoal em suas negociações.

A discussão sobre a formação intelectual do estado de São

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