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A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Por:   •  15/10/2015  •  Artigo  •  7.326 Palavras (30 Páginas)  •  545 Visualizações

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FACULDADE DE AMPÉRE - FAMPER

ELIANE APARECIDA DA COSTA PELISSARO

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

AMPÉRE PR

2015

ELIANE APARECIDA DA COSTA PELISSARO

 

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Artigo apresentado como requisito parcial para obtenção do título de especialista no curso de pós-graduação em Educação Especial da Faculdade de Ampére – FAMPER e Instituto Educacional MALIPE - Paraná.

Orientador: Me.Neide Maria Ferreira

AMPÉRE PR

2015

ELIANE APARECIDA DA COSTA PELISSARO

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

        Artigo aprovado como requisito parcial para a obtenção do título de especialista no curso de pós-graduação em Educação Especial da Faculdade de Ampére – FAMPER, tendo obtido a nota _________ (____________________________________).

Ampére, Abril de 2015.

______________________________________________

Neide Maria Ferreira

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA NA EUDCAÇÃO INCLUSIVA

                                                             Eliane Aparecida da Costa Pelissaro [1]

                                                                                           Neide Maria Ferreira[2]

RESUMO: O presente estudo focaliza o tema função social da escola na educação inclusiva, onde registra que “a escola é uma instituição especializada na educação das novas gerações. Sua finalidade especifica, consiste em colocar à disposição dos educandos, mediante atividades sistemáticas e programáticas, o patrimônio cultural da humanidade” e tem como objetivos, fazer da escola um espaço inclusivo para estudantes excepcionais, posto que, estes incluídos no ensino regular, tem mais probabilidade de desenvolver-se como uma pessoa normal, e de vir a ter as mesmas chances no mercado de trabalho. A escola, entretanto, no que se refere ao atendimento de pessoas consideradas deficientes, teve como base à medicina e, com isso, acabou por assumir uma proposta voltada a um atendimento clinico, terapêutico, de reabilitação ou simplesmente de socialização, deixando de lado sua finalidade. É evidente que a aprendizagem está diretamente relacionada com outras áreas como a da saúde, a área social, a área econômica etc. a escola, porém, não tem de dar conta sozinha de todas as áreas, por isso é fundamental que ela trabalhe em parceria com outras instituições, órgãos, associações etc., podendo contar com uma rede de apoio no atendimento aos alunos considerados deficientes, de modo que cada um cumpra o seu papel e se complemente para possibilitar o desenvolvimento e a aprendizagem discentes. Muitas vezes os professores acabam assumindo toda a responsabilidade em solucionar as dificuldades do aluno considerado deficiente em todos os âmbitos, assim como, em outros casos, os professores não se responsabilizam pela educação dos alunos considerados deficientes, por se sentirem incapazes, sobrecarregados e insatisfeitos. Acabam, também, não procedendo a ações articuladas com os outros profissionais da escola para trocar idéias, conhecimentos e pensar juntos, alternativas de trabalho com o aluno.  Sugere-se que busquem parceiros dentro e fora da escola, troquem experiências, procurem novas informações e revejam seus conceitos. Nesse sentido, existe uma rede de apoio formada por instituições que trabalham em diversas áreas, instituições com as quais poderão contar no seu trabalho pedagógico.

        

         

Palavras chave: Educação especial; Educação inclusiva; Exclusão; Inclusão;

Diferença;Escola.

INTRODUÇÃO  

        A Educação Especial sempre esteve voltada à educação de pessoas consideradas deficientes em muitas vezes, essa proposta de diferenciar tais pessoas como “especiais” reforçou preconceitos e as colocou numa “vala comum” – os deficientes, como se todos fizessem parte de um grupo homogêneo.

        O princípio fundamental da escola inclusiva é o que todas as crianças deveriam aprender juntas, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que possam ter. As escolas inclusivas devem reconhecer e responder às diversas necessidades de seus alunos, acomodando tanto estilos como ritmos diferentes de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio do currículo apropriado, modificações organizacionais, estratégias de ensino, uso de recursos e parcerias com a comunidade. Dentro das escolas, as crianças com necessidades especiais deveriam receber apoio extra de que possam precisar para que se lhes assegure uma educação efetiva.

        A escola regular quanto à escola que atende a um grupo especifico,tem de ter como objetivo a inclusão de fato. Isso significa que não bastaria estar numa escola especifica, por exemplo para o cego, se ela fosse embasada numa lógica de ensino para pessoas videntes.

        Em nossa sociedade, a escola assume um papel destaque no que se refere à aprendizagem, pois alguns conhecimentos socialmente construídos, alguns códigos sociais e algumas normas de conduta são aprendidos exclusivamente na escola. E, com isso, ela se torna chave para a inserção do sujeito em nossa sociedade e, para que o sujeito possa compreender e se posicionar em alguns espaços sociais, faz-se necessária à educação que a escola traz.

        Numa perspectiva sócio-histórica, a escola inclusiva deve levar o sujeito a uma reflexão critica sobre si e sobre o mundo em que vive; deve permitir o desenvolvimento da capacidade do aluno de conviver com a diferença, respeitando-a; deve desafiá-lo, instigá-lo, buscar de não reforçar o sentimento de incapacitação dos alunos, mas desvendar as suas potencialidades.

        A abordagem histórico-cultural de aprendizagem e desenvolvimento aponta a heterogeneidade como característica de qualquer grupo e como fator imprescindível para as interações em sala de aula. A diversidade de experiências, trajetórias pessoais, contextos familiares, valores e níveis de conhecimento de cada membro do grupo viabiliza, no cotidiano escolar, a possibilidade de trocas, confrontos, ajuda mútua e conseqüente ampliação das capacidades individuais e coletivas.

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