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Libras e a Cultura Surda em seus Aspectos

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Por:   •  28/5/2014  •  Relatório de pesquisa  •  2.671 Palavras (11 Páginas)  •  604 Visualizações

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Sumario

1 – Introdução__________________________________________________________03

2 - Etapa1°: A temática da surdez em seu aspecto médico, cultural e social, e sobre Libras e a

Cultura Surda em seus aspectos._____________________________________________04

3 – Etapa 2 : Atividades pedagógicas para os alunos surdos________________________05

4 – Etapa 3°. A inserção da criança surda em classe de crianças ouvintes_____________06

5 – Conclusão____________________________________________________________08

6 – Referências___________________________________________________________10

Introdução

A atuação profissional prevista em lei para os licenciados em Letras - Português é a docência da língua portuguesa no Ensino Fundamental (a partir do 6º ano) e Ensino Médio.

Admitindo que o objetivo fundamental do professor de Português, como esclarece o MEC, é o de ampliar a capacidade de comunicação, expressão e integração pela linguagem da população que se trabalha, parece correto esperar que o currículo de Letras prepare o futuro professor para avaliar potencialidades e limitações que caracterizam a expressão e comunicação dos alunos de um modo geral, além de outros aspectos de igual relevância. Foi pensando nisso, e convivendo em um mundo de silêncio junto ao irmão surdo e amigos desta comunidade, que surgiu a ânsia de pesquisar como a Libra – Língua Brasileira de Sinais – pode influenciar uma sociedade ouvintista para que os sujeitos surdos passem a ser realmente incluídos e ‘ouvidos’ nessa mesma sociedade. Inicialmente, abordaram-se temas relevantes para a compreensão de aspectos culturais, sociais e educacionais que envolvem a Libras. Em seguida, pesquisando como se dá a aquisição da linguagem desde tenra idade, são apresentadas as diferentes fases em que crianças ouvintes e surdas passam, fazendo um paralelo entre a aquisição de uma língua pertencente à modalidade oral-auditiva – Língua Portuguesa –, e outra da modalidade visual espacial – Libras. E por fim - Libras – segunda língua para ouvintes: uma possibilidade – sendo ensinada para ouvintes como uma língua estrangeira. A análise parte do pressuposto do Letramento, tão comentado (e às vezes pouco entendido) nos dias atuais, já que se aprende a escrever e ler, mas nem sempre se compreende os sentidos presentes no texto. Esse último aspecto sendo apresentado aqui como primordial. Enfim, conclui-se o trabalho mostrando aspectos significativos da Libra, para um melhor aprendizado, abordando aspectos lingüísticos que interferem na percepção do funcionamento dos sinais em relação à mesma percepção das línguas orais. Sugere-se, portanto, que pessoas envolvidas com a comunidade surda venham a ter uma maior integração e pesquisa da língua de sinais, para que juntos – surdos e ouvintes – possam aprimorar os diferentes cursos ministrados nessa língua aos ouvintes, promovendo a real inclusão. Cultura, Comunidade e Identidade Surdas Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Referem-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e "preenchem" a sociedade. Explica e dá sentida a cosmologia social, é a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.

2- Libras e a Cultura Surda em seus Aspectos

Compreender a surdez e o surdo implica em entender questões identidades dessa comunidade e sua singularidade lingüística e cultural. Não há como separar a subjetividade do sujeito surdo do fator desenvolvimento da linguagem e aquisição de conhecimento.

Que é preciso entender a surdez como uma diferença e não como uma deficiência. Conseguir “ver” a surdez e a comunidade surda sob o aspecto cultural surdez seria uma deficiência invisível. Por tal motivo observamos a priori o fator “língua”!

A língua de sinais é uma das principais marcas da identidade de um povo surdo, sendo uma das peculiaridades dessa cultura surda.

Atenção! Não diga: Mudinho, Surdo-Mudo, o correto é Surdo!

E os surdos não se comunicam por linguagem de sinais, mas por uma língua de sinais linguagem: Verbal e não Verbal, - Sorriso: está feliz, língua: grupo de pessoas restritas, (Inglês), (Português). A língua brasileira de sinais – Libras ou língua de sinais brasileiro – LSB. Não é uma “linguagem” ou uma “mímica” como pensa algumas pessoas.

Metodologias de Ensino para Surdos: oral ismo, comunicação total, bilingüismo.

Língua de Sinais – A definição do uso de gestos como meio de comunicação e informação acontece desde há muito tempo. Seria estes gestos uma linguagem? Qual a definição de língua? O que seria então? Porque os dois termos não significam a mesma coisa? Jean Piaget valorizava o estudo da evolução do raciocínio lógico matemático, para ele a linguagem está subordinada ao desenvolvimento cognitivo. Para Vygotsk, a linguagem é construída através da interação com o mundo e com seus pares sociais. O desenvolvimento da linguagem depende da qualidade da interação. Portanto, devemos ter claro que linguagem é a própria capacidade mental de nos construímos socialmente através da língua.

A escola bilíngüe inclui o aluno surdo e o desenvolvimento da aprendizagem é melhor!

Língua de Sinais – A língua de Sinais é uma língua de fora do corpo, que não se fala com sons, sibilos ou chiados. É uma língua diferente da minha e da sua: ela é uma língua que não cabe dentro da boca. Ocupa todos os espaços centímetro por centímetro da pele de quem a fala. Mas, se o coração não gritar em todos os gestos, não berrar em cada sinal, nada será comunicado para ninguém. (Santos, 2009).

3 – Atividades pedagógicas para os alunos surdos

Em base ao texto “Marcos teóricos e mudanças de paradigmas”, abrange uma discussão sobre Bilingüismo e Educação Bilíngüe para Surdos, isso teve inicio na década de oitenta

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