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Estudo dirigido filósofia

Por:   •  11/2/2019  •  Trabalho acadêmico  •  1.209 Palavras (5 Páginas)  •  34 Visualizações

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Curso: Psicologia

Disciplina: Filosofia

Professor: Luciney S. da Silva

Acadêmico(a): ____________________________________________________________________Valor: 7 pontos

Atividade – Sábado Letivo – 07 julho 2018

ATENÇÃO!

A atividade deverá ser feita individualmente. E as respostas que estiverem idênticas às do colega não receberão notas.

  1. Em que consiste o projeto filosófico de Descartes e o argumento do cogito?

O cogito é uma intuição racional, uma evidencia. Não é possível duvidar dele. Se não é possível dele, então é o tipo de conhecimento que procuramos: um tipo de conhecimento resistente à dúvida.

A primeira premissa do argumento céptico da regressão infinita parece, pois, definitivamente falsa. Afinal, nem todas as nossas crenças são justificadas com outras crenças, isto porque encontrámos uma que, aparentemente, não tem necessidade de qualquer outra que a justifique.

E a melhor parte é que é possível encontrar mais conhecimentos deste tipo: basta ver o que há no “penso, logo existo” que torna indubitavelmente verdadeiro. E o que há, pensa Descartes, é isto: é que “vejo muito claramente que, para pensar é preciso existir”. Se isto é verdade, então o que quer que possamos conhecer muito claramente será verdadeiro. Este é o critério de verdade que permite ao pensamento distinguir as crenças verdadeiras das falsas.

Descartes obteve conhecimento do cogito a priori. A sua existência como ser pensante é garantida apenas através do pensamento.

  1. Em que consiste a teoria das ideias de Locke e sua crítica ao Inatismo?

Embora influenciado por um certo racionalismo, o papel das percepções é mais intenso, dado que é através delas que a verdade pode ser alcançada. Para Locke, o conhecimento não existe por si só, mas a partir da experiência.

  1. Em que consiste o ceticismo de Hume quanto à ideia de causalidade?

O ceticismo de Hume, consiste no que ele chamava de "moderado" ou de "filosofia acadêmica", consistia em não ir além dos dados da experiência, limitando as investigações científicas e intelectuais humanas à nossa capacidade cognitiva. Hume era contra outro tipo de ceticismo que ele chamava "exagerado" ou "pirronismo", que seria um ceticismo tão forte que não acreditaria por exemplo que existe uma diferença entre certo e errado, entre existir e não existir. Dessa forma, Hume pretendia afastar todas ideias não-derivadas de impressões sensíveis e que eram apenas fruto de nossa imaginação, para ficar apenas com aquelas cuja origem na experiência poderia ser verificada.

  1. Por que a filosofia de Kant é denominada Filosofia crítica ou Criticismo?

Porque a mesma pode ser fundamenta como uma novidade, uma síntese entre o empirismo e o racionalismo, que consiste de uma análise racional das coisas, de modo que não aceita como evidente nada que não possa ser racionalmente estabelecido, analisando criticamente (e retendo o que for realmente positivo) tanto o empirismo quanto o racionalismo.

  1. Quais as principais análises de Marx sobre o Trabalho e como as relações de trabalho interferem na compreensão do ser social? força de trabalho e o proletariado, consiste na classe que vende esta força de trabalho.

Consiste na relação que nem sempre é justa, e muitas vezes submete o proletariado a condições de trabalho desumanas e indignas, submetendo a jornadas de trabalho excessivas e forte descaracterização do indivíduo como pessoa, valorizando somente a mao de obra e o lucro.

  1. Segundo Nietzsche, como a moralidade é constituída na cultura ocidental e quais os dois tipos de moralidade que ele descreve?

A moralidade é constituída tomando por base o cristianismo e sua moral de escravos, de modo que ela se desenvolve como uma moral do ressentimento, que não ajuda no desenvolvimento pleno do ser humano.

  1. Para Husserl, como a intencionalidade influencia na consciência sobre os fenômenos e qual a crítica que ele faz ao cogito cartesiano? 

Husserl apresenta a sua fenomenologia como um método de investigação que tem o propósito de apreender o fenômeno , isto é, a aparição das coisas à consciência, de uma maneira rigorosa, como um método de pesquisa, a fenomenologia é uma forma radical de pensar.

  1. Por que a angústia diante da finitude é fundamental para a compreensão do homem, segundo Heidegger? 

Porque a angústia é uma característica fundamental da existência humana. Quando o homem desperta para a consciência da vida, percebe que ela não tem sentido ou uma finalidade.  É na angústia que percebemos o nada como essa sombra que paira sobre todas as coisas. O nada que tudo aniquila está por sobre e além de nós.  Na angústia todas as coisas se nivelam, tudo se torna efêmero, tudo se torna igual.

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