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Análise das teorias de desenvolvimento de Sigmund Shlomo Freud, Jean Piaget, Henri Paul Hyacinth Wallon e Lev Vygotsky e sua contribuição para a educação

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Por:   •  22/5/2014  •  Tese  •  1.712 Palavras (7 Páginas)  •  412 Visualizações

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Introdução:

O presente estudo tem por finalidade analisar as teorias do desenvolvimento de Sigmund Schlomo Freud, Jean Piaget, Henri Paul Hyacinthe Wallon e Lev Vygotsky e suas contribuições para a Educação.

O artigo procura apresentar as principais diferenças e semelhanças entre os teóricos citados acima. Além da conclusão acerca do desenvolvimento humano.

1. Sigmund Schlomo Freud (Viena, 1856 – Londres, 1939).

O criador da psicanálise filho do terceiro casamento de Jacob um modesto comerciante com Amália.

Em 1873 cursou medicina na faculdade de Viena. Trabalhou com o neurologista Jean Martin Charcot, que lhe apresentou a hipnose, mas Freud ficou descontente com a hipnose e desenvolveu uma das bases técnicas psicanalíticas a livre associação. O paciente fala o que vem a mente para revelar memorias reprimidas causadoras de neuroses.

Em 1899 publicou “A interpretação dos sonhos”; em que afirma que os sonhos são “a estrada mestra para o inconsciente”, a camada mais profunda da mente humana, comandando seu comportamento, a respeito de suas convicções conscientes.

O inconsciente, jamais será consciente diretamente, podendo ser capitado apenas indiretamente e por meios de técnicas especiais, através de sonhos, atos falhos, e sintomas de neuroses, que são desenvolvidos pela psicanalise. Para Freud esses sintomas são evidencias e indivíduos do inconsciente e são comuns em pessoas sadias.

A partir dai Freud desenvolve sua teoria da (Motivação)sexual. O individuo passa por sucessivos tipos de caráter.

FASE ORAL – (0 a 18 meses/2anos)

- Nesta fase o desejo e o prazer localizam - se primordialmente na boca, na ingestão de alimentos.

FASE ANAL- (18 meses/2 a 3/4 anos)

Na Fase Anal, a criança sente prazer em controlar os esfíncteres anais e a bexiga; e o prazer que antes era oral, agora privilegia o ânus e as excreções, por isso é comum nesta fase a criança manipular as fezes, gostar de brincar com massinhas e de alimentar-se de coisas cremosas.

FASE FÁLICA (3/4 a 5/6 anos)

Nesta fase a zona de erotização é o órgão sexual, focalizando o prazer nas genitálias. Nessa fase que a criança se dá conta de tem um pênis ou que lhe falta de um. É quando as crianças começam a adquirir consciência das diferenças corporais sexuais. O menino desperta um interesse narcísico pelo próprio pênis em contraposição à descoberta da ausência de pênis na menina.

FASE GENITAL - (11/12 anos a 17/18 anos)

A Fase Genital se dá com a chegada da nesta fase há o retorno do objeto erótico para os órgãos sexuais, mas o objeto de desejo não está mais somente no próprio corpo, e sim também no corpo do outro. Segundo Freud, atingir a fase genital é fundamental para se chegar ao pleno desenvolvimento biopsicossocial e intelectual de um adulto sendo capaz de amar, e no sentido genital se tornando capazes de atingir sua capacidade orgástica e aceitar conscientemente suas identidades sexuais distintas, buscando novas formas de satisfação para suas necessidades eróticas.

Complexo de Édipo, o desejo incesto pela mãe e uma rivalidade pelo pai. Freud atribuiu essa teoria as crianças entre 3 e 6 anos, este estagio terminava quando a criança se identificava com parentes.

Atualmente Freud continua tão polemico quanto na época em esteve vivo por ser visto como um mistificador, principalmente a partir da dec. de 90, quando as descobertas da neurociência questionaram muitos dos princípios fundamentais da psicanálise. Por outro lado, é idolatrado por seguidores ortodoxos da mesma teoria.

2. JEAN PIAGET (Neuchâtel 1896-Genebra 1980)

Considerado um dos mais importantes pesquisadores da educação e pedagogia.

Especializou - se em psicologia, suas teorias tradicionais relacionadas a aprendizagem.

Pesquisou características do pensamento infantil com crianças e também com deficiente mental. Seu objetivo é formar críticos e criativos.

Jean Piaget, para explicar o desenvolvimento intelectual, partiu da ideia que os atos biológicos são atos de adaptação ao meio físico e organizações do meio ambiente, sempre procurando manter um equilíbrio. Assim, Piaget entende que o desenvolvimento intelectual age do mesmo modo que o desenvolvimento. A atividade intelectual não pode ser separada do funcionamento "total" do organismo.

A adaptação é a essência do funcionamento intelectual, assim como a essência do funcionamento biológico. É uma das tendências básicas inerentes a todas as espécies. A outra tendência é a organização. Que constitui a habilidade de integrar as estruturas físicas e psicológicas em sistemas coerentes. Ainda segundo o autor, a adaptação acontece através da organização, e assim, o organismo discrimina entre a miríade de estímulos e sensações com os quais é bombardeado e as organiza em alguma forma de estrutura. Esse processo de adaptação é então realizado sob duas operações, a assimilação e a acomodação.

A assimilação é o processo cognitivo pelo qual uma pessoa tenta dar continuamente e adaptar os novos estímulos aos esquemas que ela possui até aquele momento. Por exemplo, imaginemos que uma criança está aprendendo a reconhecer animais, e até o momento, o único animal que ela conhece e tem organizado esquematicamente é o cachorro. Assim, podemos dizer que a criança possui, em sua estrutura cognitiva, um esquema de cachorro.

Pois bem, quando apresentada, à esta criança, um outro animal que possua alguma semelhança, como um cavalo, ela a terá também como cachorro (marrom, quadrúpede, um rabo, pescoço, nariz molhado, etc.).

Para Piaget o desenvolvimento mental, existi quatro etapas.

Período senso- motor compreendido a partir do nascimento até dois anos, nesta fase a criança esta centralizada somente nela.

Período pré-operatório ou pensamento intuitivo, ocorre a parir dos dois anos de idade até sete anos esta é marcada pela linguagem.

Período operatório ocorre por volta dos sete anos, é caracterizada pela formação das operações mentais.

Período das operações abstratas ou formais, esta etapa inicia aos doze anos e caracteriza-se operações

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