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ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL NO ENSINO REGULAR

Por:   •  18/8/2013  •  1.190 Palavras (5 Páginas)  •  452 Visualizações

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS

DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR

CURSO BILÍNGUE DE PEDAGOGIA

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL NO ENSINO REGULAR

Trabalho entregue a professora Leila Couto de acordo com as exigências da disciplina Práticas Pedagógicas.

Fatima Lima José

Rio de Janeiro, 23 de novembro de 2009.

CONCEITUANDO E CARACTERIZANDO A DEFICIÊNCIA MENTAL

No Brasil o termo mais conhecido e empregado nas diretrizes educacionais nacionais é deficiência mental – D.M.

Durante muito tempo a definição, avaliação e classificação de deficiência mental estavam atreladas à aferição , por meio testes padronizados , coeficiente de inteligência(QI) – índice que calcula a inteligência pela relação entre a idade mental do sujeito e sua idade cronológica.

Escalas Standford-Binet

 Leve 68 - 52

 Moderado 51 - 36

 Severo 35 - 20

 Profundo abaixo de 20

Segundo American Association for Mental Retardation ( AAMR, 2002) – Associação Americana de Retardo Mental a deficiência mental é caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual global, acompanhadas por dificuldades acentuadas no comportamento adaptativo manifestadas antes dos 18 anos.

Organização Mundial de Saúde classifica os graus de deficiência da seguinte forma:

 Leve: São perfeitamente educáveis. Podem chegar a realizar tarefas mais complexas com supervisão, sendo os casos mais favoráveis.

 Moderados: São pessoas que podem assumir hábitos de autonomia e, inclusive, podem assumir certas atitudes elaboradas. Quando adultos, podem freqüentar lugares ocupacionais, mesmo que sempre estejam precisando de supervisão constante.

 Profundo: São pessoas com incapacidade total de autonomia, os que têm um coeficiente intelectual inferior a 10, inclusive aqueles que vivem num nível vegetativo. Precisam de cuidados permanentes.

 Severo : Fundamentalmente necessitam que se trabalhe para se instaurar alguns hábitos de autonomia, já que há probabilidades de adquiri-los.

CAUSAS E FATORES DE RISCOS

1. Fatores de Riscos e Causas Pré-Natais:

São fatores que incidirão desde a concepção até o início do trabalho de parto, e podem ser:

 Desnutrição materna – anorexia

 Má assistência à gestante

 Doenças infecciosas na mãe: sífilis, rubéola, toxoplasmose

 Fatores tóxicos na mãe: alcoolismo, consumo de drogas, efeitos colaterais de medicamentos, poluição ambiental, tabagismo..

2. Fatores de Risco e Causas Peri-Natais:

São os fatores que incidirão do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do bebê, e pode ser:

 Má assistência ao parto e traumas de partos

 Hipoxia ( oxigenação cerebral insuficiente)

 Prematuridade e baixo peso ( PIG – pequeno para idade gestacional)

 Icterícia grave do recém nascido

3. Fatores de Risco e Causas Pós- Natais:

Aqueles que incidirão do 30º dia de vida até o final da adolescência e podem ser:

 Desnutrição , desidratação grave, carência de estimulação global

 Infecções: meningoencefalite, sarampo

 Intoxicações

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