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PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL

Por:   •  17/5/2016  •  Trabalho acadêmico  •  1.801 Palavras (8 Páginas)  •  177 Visualizações

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL

AILDA DE SOUZA RODRIGUES MENDES

CRISTIANE DA SILVA CARVALHO NUNES

MARIA SÔNIA DOS SANTOS MARTINS

SARA SENDCLOREM ALMEIDA DE SOUZA

PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL

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Juazeiro-Bahia

2015

AILDA DE SOUZA RODRIGUES MENDES

CRISTIANE DA SILVA CARVALHO NUNES

MARIA SÔNIA DOS SANTOS MARTINS

SARA SENDCLOREM ALMEIDA DE SOUZA

PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL

Trabalho apresentado ao Curso Serviço Social  da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná,  como requisito parcial para aobtenção de média bimestral nas disciplinas Oficina de formação: projeto de intervenção, A Realidade Regional e o Serviço Social, Planejamento Social, Estágio Curricular Obrigatório II.

Prof. Amanda Boza/ Profa Clarice Kernkamp/ Prof. Valquiria Caprioli.

Juazeiro-Bahia

2015.

                                   INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem o objetivo de proporcionar a construção de ferramentas para a produção do conhecimento e organização dos processos de tabalho do serviço social e analisar as atuais tendências da pesquisa no Serviço Social no contexto do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, como também alguns elementos necessários para a compreensão do processo de formação profissional do assistente social que se configura na contemporaneidade, para que possamos identificar suas particularidades, levando em consideração as determinações do capitalismo imperialista financeiro, e suas exigências. Partimos do entendimento de que não é possível refletir sobre a formação acadêmico-profissional em Serviço Social, sem considerar as tendências do ensino superior no Brasil, visto que as condições nas quais a educação superior se materializa tem um papel determinante no tipo de currículo implementado nas instituições de ensino, e também no próprio movimento da profissão.

Trata-se também do eixo metodologico de aboradgem situa o atual quadro socio-historico repcurtindo no mundo do tabalho e da utilidade da pesquisa para o Serviço Social e da importância de torná-la uma atividade integral e intrínseca à profissão. Critica a persistência da dicotomia entre teoria e prática nos meios profissionais e a tradicional redução do Serviço Social a um conjunto de técnicas. Ao mesmo tempo em que aponta dificuldades de aplicação da pesquisa no dia-a-dia do assistente social, reconhece a existência de avanços investigativos na profissão e exorta os profissionais a encararem a pesquisa como uma necessidade científica e não um luxo intelectual.

                        DESENVOLVIMENTO

A partir de uma abordagem histórico-crítica, e em um contexto de recrudescimento de tendências neoconservadoras na sociedade e na profissão, os autores vão desenrolando os fios que tecem os conflitos e as contradições que envolvem a articulação entre formação e trabalho do assistente social, nesta perspectiva a pesquisa objetiva reconhecer as demandas reais e emergentes de Serviço Social, articulada ao mercado de trabalho, identificando-as a partir das mudanças no movimento do capital, do trabalho e do próprio Estado, considerando as mediações existentes nessas relações. O conjunto das análises destaca as relações de intensa interpenetração entre as transformações nas esferas da produção e da organização do trabalho e as mudanças que ocorrem no âmbito da contrarreforma do Estado e das políticas sociais em nosso país. A ênfase recai sobre as metamorfoses operadas no mercado de trabalho e nas políticas públicas, com destaque para as políticas de Ensino Superior e de Seguridade Social, que condicionam tanto a formação acadêmico-profissional como o trabalho do assistente social, ambos submetidos à lógica mercantil/empresarial e às injunções do trabalho precário e alienado. Embora tal contexto redimensione o potencial ético-político do exercício profissional em tempos de crise do capital, a disputa de projetos sociais em confronto na sociedade aponta simultaneamente para a possibilidade de propostas alternativas e de resistência às orientações dominantes, questões que sob distintos ângulos são tratadas em todos os artigos deste número.

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