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Trabalho Sociologia

Por:   •  16/9/2014  •  956 Palavras (4 Páginas)  •  250 Visualizações

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Novas tecnologias e desigualdade social

O alto grau de desenvolvimento tecnológico neste final de século tem gerado uma expectativa bastante positiva, melhorando a nossa capacidade de trabalho, facilitando a comunicação mundial. Ocorre outra preocupação que apontam a possibilidade de que a tecnologia da informação aumente as diferenças sociais existentes no mundo, ampliando o buraco quem tem acesso à informática e aqueles que não a possuem.

Uma parcela considerável da humanidade vem permanecendo cada vez mais marginalizada, e que a mesma cresça na medida do avanço das tecnologias de informação.

A possibilidade de aumentar a “exclusão social” esta sendo indicada pelo desemprego em massa sendo consequencia da revolução tecnologica.

Um outro aspecto do problema é que trazer milhões de pessoas de sue atual patamar de cultura e capacitação industrial e reitreina-lás no terreno de novas tecnologias é um enorme desafio. Poderá crescer uma incerteza “inempregável” de pessoas, pela sua incapacidade de trabalhar com a tecnologia da informação.

Na maioria dos países industrializados, apenas cerca de 25% da população possui computadores pessoais, e essa distribuição é fortemente inclinada para as faixas sócio – econômicas mais altas. Cerca de 6 milhões de domicílios na União Européia ainda não possui sequer um telefone. No Reino Unido, o governo esta investindo no conceito de uma Rede Nacional de Aprendizagem para ajudar a estreitar as divisões e disseminar a educação de modo mais igualitário.

A tecnologia da informação poderia ser utilizada para tirar da marginalização essas classes de pessoas desfavorecidas. O receio de que as empresas usem os computadores para rastrear o comportamento das pessoas e há uma base racional cada vez maior para esse temor.

A tecnologia da informação é usada para estimar o potencial das pessoas como consumidores; Bancos deixarão de conceder credito, varejistas desistirão de planos ou instalarão seus pontos de venda em áreas onde há “melhores” consumidores.

À medida que as leis de proteção das informações se tornarem mais rigorosas, as empresas serão obrigadas a praticar maior transparência em relação às razões pelas quais armazenam seus dados. A utilização das informações para praticar discriminação contra certas categorias de pessoas poderá prejudicar a imagem de uma empresa.

Ao lhes ser negado o acesso a muitos tipos de bens e serviços pelo fato de serem os únicos usuários de dinheiro vivo quando pessoas mais prosperas terão adotado o dinheiro eletrônico. Os pobres poderão ser forçados a viver uma espécie de “gueto monetário” na economia. Os governos poderão decidir-se pela adesão integral ao dinheiro eletrônico. A possibilidade de que os governos possam ter de aplicar um imposto sobre as instituições financeiras para assegurar serviços iguais a todos.

Os perigos da exclusão em massa poderão fazer com que os governos tendam a adotar gradualmente políticas sociais mais afastadas dos padrões laissez-faire.

A OCED (Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento) defende a quebra das barreiras entre os setores de telecomunicações, de radio e televisão e redes de via cabo, estabelecendo um acesso mais amplo às redes de comunicações e aos serviços digitais.

É destacado que o acesso às informações é indissociável do acesso as comunicações. A maior parte dos novos

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