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Atps Psicologia Da Educação

Por:   •  27/2/2014  •  2.926 Palavras (12 Páginas)  •  156 Visualizações

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CURSO DE PEDAGOGIA

Psicologia da Educação

Atividade Prática Supervisionada (ATPS) entregue como requisito para conclusão da disciplina “Psicologia da Educação”, sob orientação do professor-tutor a distância Marinês Soratto.

São Jose dos Campos - SP

07 de outubro 2013

INTRODUÇÃO

O presente trabalho aborda a as concepções teóricas de Sigmund Freud, Jean Piaget, Vygotsky e Wallon e de suas contribuições para educação.

Buscando dar ênfase no que se refere ao desenvolvimento infantil.

Sigmund Freud

SIGMUND FREUD (1856 – 1939), nascido em Viena- Áustria. Especializou-se no tratamento de problemas do sistema nervoso e em particular de ordem neurológicas. A personalidade da psicanálise esta fundada em relatos verbais de ideias, sentimentos e autodescrições feitas pelos pacientes. Freud estabeleceu um paralelo entre o funcionamento patológico do processo psíquico e do normal. Fazia analise cuidadoso do comportamento verbal dos pacientes neuróticos e psicóticos, a fim de estabelecer a causa de tais doenças assim sendo, supunha que todos os aspectos do funcionamento patológico fosse um exagero da atividade normal. Dessa forma, a prova que Freud frequentemente apresentava para que conforme a hipótese a respeito de um comportamento da personalidade era os dados obtidos através dos pacientes submetidos à psicanálise.

Personalidade é o fato de buscar-se mais nos pensamentos e sentimentos do que no comportamento, acreditava-se que o comportamento explícito de uma pessoa só pode ser interpretado corretamente quando há conhecimento de seus motivos, temores, sentimentos, emoções e outros. Freud considerava o comportamento humano como um resultado de lutas e acordos entre motivos, impulsos e necessidades, ocorrendo em diferentes níveis de organizações, de forma que comportamento semelhante pode expressar diferentes forças e a mesma pode ser representada em diferentes comportamentos, e ocorrendo em vários níveis de consciência.

Neurose é a origem da sexualidade, nossa mente, na qual podemos distinguir vários níveis é denominada de vontade primitiva que estão escondidas no subconsciente e se manifesta em sonhos ou em momentos de relaxamentos psíquicos. Sendo que as três comandam a consciência que compõem a estrutura da personalidade humana, segundo Freud, que são o id (inconsciente, código natural), ego (eu consciente, código racional) e o superego (consciente moral, código cultural). O id é um pronome neutro do latim, que significa “isso”, o que esta ai, mas o que não se ver, utilizado por Freud para indicar impulso instintivo do individuo, o que resta de animal em nos ( sem considerar a vantagem dos animais que não sofrem os sentimentos de culpa), recebe também o nome de infra-egos, por estar por baixo do eu consciente, onde o sub consciente ( principalmente o pré-consciente), o id regido pelo principio do prazer, se apresenta incógnito e usa o disfarce para enganar as pessoas e induzi-las a fazer coisa que a consciência repudia, constitui a reserva inconsciente de impulso e desejo de origem genética, que tem a função de preservar e produzir a vida. O id aflora em sonhos, em atos involuntários, no estado de embriagues ou sobre o efeito de drogas. O ego, o ’eu’ consciente, a parte da vida psíquica encastelada entre os desejos do id e a repressão do superego e a estância da racionalidade que olha para a realidade e busca alcançar os objetos de desejos do id, tentando não transgredir as exigências do superego. E o superego o terceiro agente da vida psíquica vai se formando aos poucos, a partir da primeira infância, surgindo a níveis de inconsciência, como o id, mas em oposição a ele, pois não é de origem natural, mas cultural. O superego e formado pela interiorização de normas éticas e sociais, proveniente da família, da escola, das crenças religiosas, do meio ambiente, ele cria um eu “ideal”, formando sobre o conjunto de valores apenas desejado pela sociedade, mas não realmente ou plenamente vivido pelo individuo, castidade, honestidade, justiça, caridade, e outros valores, que pode se considerado um vigilante como juiz da moralidade necessária para

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