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Capítulo: As Influências Filosóficas na Psicologia

Por:   •  29/3/2020  •  Trabalho acadêmico  •  2.549 Palavras (11 Páginas)  •  10 Visualizações

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UNIFRAN

Maria Eduarda Mendes Sanches

Trabalho de História da Psicologia

As influências filosóficas na psicologia

Franca

2020

Maria Eduarda Mendes Sanches

Trabalho de História da Psicologia

As influências filosóficas na psicologia

Leitura e resolução dos exercícios apresentado ao curso de psicologia da Universidade de Franca

 como requisito para a obtenção  de nota para a disciplina de História da Psicologia.

Orientador(a): Arali Helena Stort

Franca

2020

RESUMO

        Baseado na leitura do capítulo 2: As influência filosóficas na psicologia, que aborda um breve resumo da biografia dos filósofos empiristas René Descartes (1596-1650), Auguste Comte (1789-1857), John Locke (1632-1704), George Berkeley (1685-1753), David Hartley (1705-1757), James Mill (1773-1836) e John Stuart Mill (1806-1873) e como colaboraram no processo de formação da psicologia.  De modo geral, refere-se ao ponto de vista e explicação de métodos relacionados ao funcionamento da mente e visão de mundo. – Resolução dos exercícios propostos.

Palavras-Chave: empiristas; funcionamento da mente.

RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

        Based on the reading of chapter 2: The philosophical influences in psychology, which addresses a brief summary of the biography of the empiricist philosophers René Descartes (1596-1650), Auguste Comte (1789-1857), John Locke (1632-1704), George Berkeley (1685-1753), David Hartley (1705-1757), James Mill (1773-1836) and John Stuart Mill (1806-1873) and how they collaborated in the psychology formation process. In general, it refers to the point of view and explanation of methods related to the functioning of the mind and worldview. - Resolution of the proposed exercises.

Key words: empiricists; functioning of the mind.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

  1. Compare as explicações a respeito de associação apresentadas por Hartley, James Mil e John Stuart Mill.

Para Hartley a lei fundamental da associação é a contiguidade que seria a aproximação de ideias, ou seja, ele compara conceitos parecidos que servirão de base para os processos de memorização, do raciocínio, da emoção e da ação voluntária e involuntária (reações). A repetição da das sensações e das ideias é necessária para a formação das associações. Concordava com Locke ao dizer que não existem associações inatas nem conhecimento ao nascermos (tabula rasa).  

Também sendo um filósofo empirista, James Mill acreditava que todos os sentimentos e ideias complexas surgem a partir das sensações. A associação dessas sensações provem de contigüidade ou apenas simultaneidade e pode ser sucessiva ou concomitante. Para ele, trata-se de um processo passivo e automático, ou seja,a mente é totalmente acionada por estímulos externos e  não tem controle de como vai reagir – ração involuntária porém a atitude não é espontânea. As ideias resultantes tratam-se apenas do acumulo ou soma dos elementos mentais individuais já adquiridos.

Seu filho, John Stuart Mill, ao contrário do pai,achava que a mente tinha um papel ativo na associação das ideias. Afirma que ideias complexas são mais do que a somatória de ideias simples, porque adquirem qualidades distintas que não estavam presentes no elemento inicial. Esse conceito foi chamado de Síntese Criativa, a ideia final (ideia complexa) pode até se aproximar de algumas características da ideia inicial (ideia simples), mas apresentar variedades, não antes encontradas.

 

  1. Faça uma comparação e destaque os pontos divergentes das posições de James Mill e de John Stuart Mill acerca da natureza da mente. Qual dessas visões teve impacto mais duradouro na psicologia?

James Mill tinha uma visão mecanicista em relação ao funcionamento da mente. Para ele a mente funcionava da mesma forma previsível e mecânica de um relógio. Era uma entidade totalmente passiva, sendo colocada em funcionamento por meio de forças externas e operada por forças físicas internas. A mesma deveria ser estudada e analisada a partir da ”divisão” em partes e funções de acordo com o funcionamento, o que é conhecido por método reducionista.

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