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Resenha as duas faces de um crime

Por:   •  14/6/2016  •  Resenha  •  356 Palavras (2 Páginas)  •  1.329 Visualizações

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As duas faces de um crime

O filme As duas faces de um crime, retrata a realidade do mundo da advocacia que, em alguns casos, vão contra princípios éticos e morais presentes na sociedade.

O acontecimento em questão, tem como advogado Martin Vail, que ao defender Aron Stampler, coroinha, acusado de matar um arcebispo Richard Rushman, é muito criticado, inclusive por seus colegas de trabalho. Não há como negar que o advogado Martin ao representar voluntariamente Aron, tem como objetivo promover sua imagem e ser reconhecido perante a mídia.

        Aron Stampler, que alegou inocência, de fato matou o arcebispo. Porém, ao analisarmos a conduta do coroinha, chegamos à conclusão de que não se trata simplesmente de um assassino comum, mas sim de um indivíduo com problemas psicológicos de dupla personalidade, desenvolvida devido a uma má vivência no período em que se compreendem as fases psicossexuais.

         Diante dos diversos abusos sofridos na infância, Aron acaba assumindo a personalidade de Roy, como a predominante, para poder sobreviver, uma vez que, após sua mãe falecer, ficou sobre os cuidados do pai que o maltratava, fator que o levou a fugir e morar nas ruas. Após ser acolhido pelo arcebispo, ele se vê seguro e Aron volta a ser o dominante. Mas, como se iniciam novos abusos, Roy é novamente requisitadoAo final do filme, nota-se que a verdadeira personalidade de Aron é a de Roy, dominadora e fria.

        Vale ressaltar também, as condutas do próprio arcebispo Richard Rushman que na frente da população ele era um exemplo de homem, porém apresentava transtornos sexuais em sua intimidade, onde obrigava seus coroinhas a ter relações sexuais, para satisfazer suas vontades. E da promotora Janet Venable, visivelmente dependente do cigarro que funcionava como meio escape para fugir do nervosismo ocasionado.

        Concluindo, é perceptível o cuidado que os operadores do direito devem ter ao lidar com pessoas com disfunções psicológicas, pois pessoas assim necessitam de tratamento, não podendo ser confundidas com as demais.  

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