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FILME: AS DUAS FACES DE UM CRIME

Por:   •  18/11/2016  •  Pesquisas Acadêmicas  •  359 Palavras (2 Páginas)  •  1.065 Visualizações

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FILME: AS DUAS FACES DE UM CRIME

Questionário apresentada na Faculdade Dom Bosco para obtenção da nota parcial do 2º bimestre na disciplina de  Psicologia Jurídica.

            Professor (a):  

 

CURITIBA

2016


  1. No primeiro diálogo do filme, o advogado Martin Vail trava com o jornalista diálogo sobre a existência da verdade. Em um determinado momento diz: averdade que interessa é a versão que coloco na cabeça dos jurados. Você concorda com isso? Em que momento fica evidenciado no filme a importância deste primeio diálogo?

Sim, concordo. Nas cenas finais do filme, Aaron revela que tudo não passava de fingimento no entanto seu advogado, dr. Vail já tinha obtido êxito colocando na cabeça do júri a suposta dupla personalidade. Assim confirmando o primeiro diálogo.

  1. No direito a lógica argumentativa é muito importante. O convencimento faz parte do trabalho do advogado. Descreve uma cena do filme em que a lógica argumentativa está evidente.

O filme é repleto com cenas onde se faz necessário o uso da lógica argumentativa. Logo no início, quando é feita a acusação conta Aaron, Martin usa da lógica agumentativa para conseguir mais tempo para montar sua defesa, alegando problemas psicológicos fazendo com que o réu recorre-se a 5º Emenda sobre entender ou não as acusações.

  1.  Durante o filme, Aaron Stampler apresenta traços de dupla personalidade. Tais sintomas, identificados no filme, teriam, supostamnte, retirado seu discernimento para a prática do fato criminoso. No presente caso, a dupla personalidade se assemelha a uma psicose. Identifique quais os sintomas de Aaron Stampler e explique por que eles retirariam seu discernimento ao ponto de lhe se aplicada a medida de segurança do art. 26.

 Aaron Stampler sofria da síndrome de dupla personalidade e processo dissociativo agudo. Por conta dos traumas e abuso sofridos, o mecanismo psiquico do réu se dividiu em duas personalidades. Aaron mantinha suas emoções repimidas por isso criou Roy, que era capaz de praticar atos em que Aaron não teria coragem. O personagem criado era agressivo e manipulador. A inocência motivada por insanidade fez com que a medida de proteção do art. 26 fosse aplicada ao réu.

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