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A ginastica como mudança na Escola

Por:   •  16/8/2015  •  Artigo  •  563 Palavras (3 Páginas)  •  154 Visualizações

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A ginastica como mudança na Educação Escolar

A ginástica é “corpo em movimento”, que vem se desenvolvendo através do tempo e de diferentes manifestações corporais em diversas culturas criadas pelo homem, vem sendo transformada desde sua invenção, mas quando é implantada na escola na forma de aulas de Educação Física, é que ocorre uma grande transformação. A ginastica deixa de ser apenas exercícios de guerra e começa a ter ares de transformação social. No Brasil a ginastica aconteceu em diferentes momentos ao longo da história. Primeiro com a influência Alemã, em 1860, com a chegada dos imigrantes alemães que adequavam aquela ginastica ao seu hábito de vida, depois chega ao pais o método Sueco apoiado por Rui Barbosa e depois Fernando de Azevedo, (SOARES,1994). Mas em 1921 um método foi implantado com destaque, e foi oficialmente inserido no âmbito escolar brasileiro, este método é o método francês. Desde então a ginastica veio se transformando a partir da inserção de vários estilos de atividades a depender de cada professor. Podemos salientar as aulas com coreografias que eram muito usadas em desfiles e em apresentações de dias cívicos, mas a ginastica ainda vai além em cada esporte praticado nas aulas de educação física no âmbito escolar.

A ginastica contudo nas aulas de educação física, são importantes instrumentos nos dias de hoje, uma vez que consegue trazer ao aluno, disciplina, coordenação motora, além de fugir da monotonia dos dias atuais, em que os meios tecnológicos estão sobressaindo aos conatos pessoais.

A partir da segunda metade do século XVIII surgem os primeiros sistemas regulares de Educação Física, com Basedow (1723 – 1790), Ling (1776- 1839) e Amorós (1770 – 1848), dado a importância aos exercícios ginásticos'', que difundiram-se principalmente na Europa Ocidental, principalmente na Alemanha, Suécia e França.

A Educação Física ao longo de sua história priorizou os conteúdos gímnicos e esportivos, numa dimensão quase exclusivamente procedimental. Na década de 1980, a resistência à concepção natural da Educação Física, foi criticada em relação ao predomínio dos conteúdos esportivos. Atualmente, na Educação física, existem diversa concepções, tendências ou abordagens, que tentam romper com a forma mecanicista tradicional que fora embutido aos esportes. Podemos cintar entes essas diferentes concepções pedagógicas a: a psicomotricidade; desenvolvimentista; saúde renovada; críticas; e mais recentemente os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) (Brasil., 1997).

As abordagens mais críticas, sugerem que os conteúdos selecionados para as aulas de Educação Física devem buscar propiciar a leitura da realidade do ponto de vista da classe trabalhadora (Darido e Rangel, 2005). Assim a Educação Física é entendida como uma disciplina que trata

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