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Comportamento organizacional na Glamour Pet Store

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Por:   •  23/11/2014  •  Seminário  •  3.349 Palavras (14 Páginas)  •  136 Visualizações

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Comportamento Organizacional

ATPS

PET GLAMOUR

Campo Grande

2014

ATPS

PET GLAMOUR

Relatório apresentado ao curso de Ciências Contábeis

Da Instituição Anhanguera Uniderp requisito a

Obtenção do titulo a Bacharel em formação.

Orientador(a): Juliana Cintra.

Campo Grande

2014

ÍNDICE

Comportamento Organizacional Pág. 06

Motivação. Stress Gerencial Pág. 08

Transformando a equipe Pág. 09

A nova administração Pág. 10

Conclusão Pág. 12

Bibliografia Pág. 13

Anexos Pág. 14

INTRODUÇÃO

O Pet Glamour é um pet shop que foi constituído por dois irmãos formados em áreas diferentes, que gostavam e sonhavam com esse projeto.

Depois que João Maria se formou em tecnologia em Gestão Comercial, decidiu se aventurar com um novo estabelecimento, juntamente com Alba, sua irmã, que é cabeleireira. Sem experiência nessa área os dois se lançaram, pegaram empréstimo, e construíram seu pet. Porém sem nenhum suporte para que os auxiliarem.

Estava tudo certo para um empreendimento de sucesso, funcionários capacitados, boa localização, e o número de cliente estavam crescendo cada dia mais. Mas como todos sabem, uma empresa sem um bom administrador não vai muito longe e o quadro começou a se reverter.

Assim começou aparecer os primeiros conflitos, começando da gerencia e, consequentemente, passando para os funcionários. Por isso começamos a estudar a empresa cautelosamente, vendo e revendo cada passo para acharmos onde estava à fraqueza desse grupo e assim conseguirmos reergue – lá definitivamente, com o suporte necessário e explorando a capacidade e conhecimento de cada uma das pessoas envolvido.

Comportamento Organizacional

O pet shop Pet Glamour é um pequeno empreendimento administrado pelo João Maria Lorenzão e sua irmã Alba Lorenzão que é responsável pelo banho e tosa na empresa.

João se formou em tecnologia em Gestão Comercial e sua irmã sempre trabalhou como cabelereira em grandes salões de beleza. Os dois partilham de um gosto por animais de estimação e, logo após João se formar, decidiram obter um empréstimo no banco para abrir o pet shop.

Marinheiros de primeira viagem no mundo dos negócios e com muita vontade de realizar o sonho, abriram o pet e contrataram alguns funcionários para começar no mercado de trabalho.

Após certo tempo, a empresa apresenta um baixo nível de acréscimo financeiro e social. Foram analisados alguns problemas internos e conseguimos avaliar a personalidade de todos os colaboradores, os conflitos entre as equipes, a rotina de trabalho, ausência de interação e desordem nos ofícios do Pet Glamour.

Constatamos algumas falhas entre os funcionários e os sócios. E, ao analisar cuidadosamente os perfis de todas, chegamos à conclusão de grandes possibilidades de melhora.

Antes de ser sócia com o seu irmão no Pet Glamour, Alba era uma cabelereira. Ela é uma pessoa curiosa e audaciosa. Tem um comportamento extrovertido e isso lhe garante um bom relacionamento com todos no Pet. Por se dedicar muito a equipe de Banho e Tosa, acaba deixando de lado todos os outros colaboradores. Esse comportamento demonstra que ela não é uma boa administradora.

Em contra partida, temos João Maria como um bom administrador, porém um péssimo empreendedor. Seus funcionários estão insatisfeitos e acabam se distanciando por conta de seu estresse intenso. Com sua falta de pro-atividade acaba ocasionando o comprometimento do faturamento no Pet Glamour.

Tabela 1.1 – anexo

Na equipe da loja temos também o gerente Rui, um homem que não possui voz ativa, e tem muitos problemas entre os proprietários do Pet, acaba trabalhando desmotivado e acredita não estar sendo valorizado.

As vendedoras Elaine e Leila são criativas e trabalhadoras, mas o ambiente de trabalho se mantém pesado, isso faz com que elas se mostrem desmotivadas. A ausência de empenho tem atrapalhado na atuação das mesmas.

Anita é muito cooperativa, mas perde muito tempo em seus afazeres, por isso tem deixado de atender um volume maior de clientes.

Léa é bem confiante, mas sua falta de organização dificulta extremamente seu trabalho, não consegue aumentar seu número de cientes por não ter interesse em aprender novas funções.

Éder é extremamente autoconfiante, isso tem feito com que ele menospreze suas colegas de trabalho. Faz a tosa com muita organização e competência então se envolve com outros membros da equipe.

Concluímos então que para a empresa melhorar seu faturamento, é essencial que os sócios João Maria e Alba sejam mais empreendedores, além de administradores. Para que assim o ambiente de trabalho torne-se afável a todos.

João deve administrar e interagir mais com seus colaboradores, abandonando o medo de confundir amizade com trabalho.

Alba deve

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