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Fichamento Caso Thomas Green

Por:   •  10/12/2015  •  Trabalho acadêmico  •  1.102 Palavras (5 Páginas)  •  955 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

Fichamento de Estudo de Caso

Vinicius Lopes da Silva

Trabalho da disciplina Comunicação nas Organizações,

                                                 Tutor: Prof. Ana S. de F. Moraes

Rio de Janeiro

2015

Comunicação nas Organizações

Thomas Green: Poder, Política Interna e uma Carreira em Crise.

SASSER, W. Earl; BECKAHM, Heather. Thomas Green: Poder, Política Interna e uma carreira em crise. Harvard Business School Publishing, 2008.

O texto dos autores refere-se a um estudo de caso referente a um conflito de comunicação gerado na empresa Dynamics Display entre o Especialista Sênior de Mercado Thomas Green e seu chefe, o Diretor de Marketing Frank Davis.

Os autores começam descrevendo sobre um breve histórico da companhia, desde sua fundação em 1990, como provedora de serviços para bancos, passando pela criação de uma nova divisão orientada para o seguimento de viagens e hospitalidade em 1994, até a descrição de sua alta fatia de mercado e os benefícios que seus clientes dispunham em relação à redução de custos pelo uso dos produtos da companhia.

Posteriormente, menciona-se sobre a trajetória de Thomas Green.

Seu primeiro trabalho, em tempo integral, foi como vendedor na National Business Solution em Atlanta, após seu título de bacharel em Economia pela Universidade da Georgia. Green teve grande destaque na venda de ATM para bancos regionais. Com isso, a Dynamics Display recrutou-o em 2007, para o cargo de Gerente de Contas no segmento de Viagens e Hospitalidade. Green teve bom desempenho na área. Ele enxergava grandes oportunidades de crescimento na empresa e queria ser notado pelos executivos. Os mesmos rapidamente viram o desempenho de Thomas e em 2007, após participar por uma semana, de treinamentos na matriz e de vários encontros posteriores com a Vice-presidente da divisão Shannon McDonald, foi promovido pela mesma, à posição de Especialista Sênior de Mercado.

McDonald disse a Green que estava apostando nele, mas que tinha algumas restrições quanto à falta de experiência dele como gestor e pediu que buscasse orientação de alguns dos gestores mais.

A promoção de Green teve um avanço muito rápido. Geralmente para ocupar a posição de sênior, o profissional deveria passar por outros cargos e vários anos depois chegar a essa posição. Os especialistas sêniores de mercado da divisão estavam na casa dos quarenta anos, enquanto Thomas Green tinha apenas 28.

Green assumiu a antiga posição de seu atual chefe, Frank Davis, ao qual agora reportava suas estratégias.

Após a promoção de Green, McDonald disse-lhe que ele lidava com uma situação delicada com relação ao Frank Davis, pois o mesmo esperava poder ter escolhido o novo especialista sênior de mercado e que este não seria ele, e que diante disso ele teria que lidar com quaisquer consequências decorrentes deste fato e que essa oportunidade de promoção não era habitual.

As primeiras semanas após a promoção, Green revisou as vendas de 2006 e 2007, passou com seu chefe, Frank Davis, fazendo um tour pelas maiores companhias do segmento. Em seguida ele visitou clientes, especialistas de mercado e gerentes de conta em algumas cidades. Além de estar organizando sua mudança para Boston, procurando moradia e mantendo relacionamento com sua namorada em Atlanta.

Green participou do Plano de Metas, no qual Davis apresentou as projeções de vendas para o ano seguinte. Green ficou surpreso com os números que Davis havia proposto. De acordo com ele, as estimativas de Davis estavam sem embasamento e que não conseguiria alcançar tais metas. Durante a reunião Green manifestou sua preocupação em alcançar suas metas dizendo ser impossível tal façanha. Davis demonstrou insatisfação com a manifestação pública de oposição de Green e comentou com McDonald que essa atitude negativa era algo que não precisavam na equipe.

Green recebeu um convite por e-mail para uma reunião com Davis sobre seu desempenho e ficou preocupado. No dia da reunião, Davis começou a critica-lo quanto à falta de informações sobre seu trabalho e o não envio de relatório que havia pedido. Green ficou surpreso e se justificou.

Davis continuou mencionando os pedidos que fizera a ele e teria ficado sem resposta. Os dois continuaram as próximas duas horas discutindo os incidentes e buscando amenizar tal situação.

Depois, Green comentou com um gerente de outro grupo que achava que Davis o criticava pelo seu desempenho por causa dos seus comentários sobre a validade das projeções feitas durante a reunião de Planejamento de Metas. Disse também que desconhecia a percepção negativa do chefe sobre seu trabalho e que Davis deveria se preocupar mais com assuntos que considerava mais importantes do que com a atualização da sua agenda.

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