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Resenha Capítulo 1 e 2 Homo Ludens

Por:   •  10/9/2019  •  Pesquisas Acadêmicas  •  1.424 Palavras (6 Páginas)  •  11 Visualizações

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            Universidade do estado da bahia – CampUS ii aLAGOINHAS/bAHIA

jean de souza dos santos

Resenha crítica

Alagoinhas-BA

2019

jEAN DE SOUZA DOS SANTOS

Resenha crítica

Alagoinhas-BA

2019

  Resenha crítica

No início do parágrafo o autor afirma que os jogos não surgiram com os homens e sim com os animais, concordo com essa afirmação, já que estudos revelam que os animais foram os primeiros moradores do mundo em que vivemos. Observando o modo de brincar dos animais é fácil perceber o recíproco respeito pela brincadeira, o espaço e o brincante no mundo animal.

Segundo Huizinga o jogo é mais que um fenômeno fisiológico e psicológico, ultrapassa o sentindo da física e da biologia. O autor trás neste capítulo informações verídicas a cerca do jogo, realmente, o jogo ele rompe barreiras, cria novas imaginações, novas perspectiva do que é próprio jogo, uma essência própria.  

No presente capitulo do livro, o autor informa que o jogo é estudo pela psicologia e fisiologia, concordo, realmente a cada passar dos dias o jogo é cada vez mais investigado de formas e métodos diferentes, entretanto os termos apresentando tanto na fisiologia como na psicologia são verídicos, porém passíveis de interpretações pela ciência que está sendo estudada. Acredito que essa comparações no presente livro precisaria de um enfoque maior, enfoque esse na ciência que está buscando investigar o jogo, evitando  assim divergências que aparecem, já que a psicologia e fisiologia estudam o jogo de formas diferentes.

No que se refere às hipóteses do jogo, o autor afirma que as respostas que se tem não passam de afirmações parciais, concordo, já que, vivemos em um mundo de descobertas e avanços em campos que dialogam com o jogo, entretanto necessário frisar que o jogo precisa e deve ser estudo numa perspectiva ideal a qual se aplica e não tentar discutir o jogo através das ciências em que ele é estudado.

Natureza e significado do jogo

O autor trás informações críticas que ainda hoje predomina nas pesquisas científicas a cerca do jogo, no que se refere á superficialidade do que é o jogo e o que ele significa para os jogadores, deste modo a crítica de Huizinga é de grande importância para as novas pesquisa, é preciso se desprender da superficialidade e ir analisar o jogo de forma mais intrínseco. Além disso, é preciso se desprender das metodologias quantitativas a cerca do jogo, entendo que aintensidade do jogo não pode ser explicada de maneira biológica, concordo com o autor, o jogo deve ser explicado de uma maneira social que faz com que abarque diversos significados para o jogo e venha ter uma totalidade a cerca do jogo.

“Como a realidade do jogo ultrapassa a esfera da vida humana, é impossível que tenha seu fundamento em qualquer elemento racional, pois nesse caso, limitar-se-ia à humanidade.” O autor afirma que a realidade do jogo ultrapassava a vida humana, concordo, defendendo que o jogo envolve em sua prática acontecimentos surreais e insanos. Uma concordância que surge minha com a do autor é que o jogo é inegável, o jogo está presente em nossas vidas de diversas ao longo de todo período, do nascimento a morte. Por que até no período da morte? Porque as pessoas jogam no leito de morte como forma de se desprender da realidade em que estão submetidos já que o jogo é algo imaterial.

“Só se toma possível, pensável e compreensível quando a presença do espírito destrói o determinismo absoluto do cosmos.” Uma citação muito interessante a cerca do jogo que nos cabe uma reflexão de extrema críticidade.

Interessante quando Huizinga afirma que o jogo surgiu antes que a própria cultura, quando faz essa afirmação vem ao entendimento do leitor que o jogo já existia e que as civilizações se adaptaram ao jogo. Um ponto ao qual discordo com autor, quando ele diz que ciência não reduziu o jogo a um caráter quantitativo, eu creio que sim, as pesquisas que surgiram sobre a temática “jogo” são pesquisas superficiais e de caráter quantitativo, claro que houve avanços e retrocessos na ciência do período da escrita da obra até os dias atuais que podem influenciar no argumento do escritor.

O autor cita a linguagem como algo marcado pelo jogo, concordo, sabendo que o jogo surgiu antes da cultura sendo assim foi utilizado como métodos de comunicações nos períodos que antecederam a fala. Além disso, Huizinga afirmar que o jogo constitui uma das principais base da civilização.

O autor chega a afirmar que o jogo é oposto a seriedade, na minha concepção na atual sociedade em que vivemos o jogo é passível de seriedade, exemplo se dá no esporte de alto rendimento, quando se tem uma seriedade no que se refere ao jogo, lembrando que o próprio autor afirma que a sua afirmação é fácil de refutar, ou seja afirmar o contrário como feito nessa crítica, importante destacar o período em que o livro foi lançado e, a base de conhecimento que Huizinga já percebia ao falar da seriedade do jogo.

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