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A RELEVÂNCIA DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO DO ALUNO

Por:   •  23/11/2021  •  Trabalho acadêmico  •  5.913 Palavras (24 Páginas)  •  14 Visualizações

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A RELEVÂNCIA DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO[a] DO ALUNO

LACH Jossara Cardoso¹

RU: 1700124

Professora orientadora: Diony Macedo²

RESUMO

As aulas assumem grande relevância para o desenvolvimento dos alunos. O objetivo é pensar, questionar em soluções para que se tenha um aprendizado com eficaz e eficiência, o fato acontece em virtude das tecnologias capazes de transformar a aquisição das funções psicomotoras e cognitivas dos alunos e trazem consigo a vantagem de favorecer a construção e o desenvolvimento por meio de atividades devidamente planejadas e direcionadas para conquistar tais objetivos numa ação interessante, atraente, flexível e dinâmica. É preciso observar e entender que brincar para alguns, pode ser mais que uma atividade do seu dia a dia, pode se tornar uma fonte de aprendizagem aliada ao seu desenvolvimento integral. Foi feito uma avaliação da evolução da brincadeira nos diferentes estágios do desenvolvimento dos alunos, na concepção de alguns autores como Piaget e Vygotsky, o brinquedo enquanto instrumento e sua particularidade entende as atividades lúdicas nos dias atuais. Vale ressaltar os benefícios das atividades lúdicas e quais as desvantagens de sua ausência. O aluno precisa ter contato com esses momentos de atividades lúdicas e com uma educação que lhes garantam desfrutar-nos diversos estágios de suas vidas, de forma que atenda às suas necessidades. Por fim propor ações didáticas que possa auxiliar o professor a promover aprendizagem através da ludicidade. Portanto temos que lutar por uma educação melhor.

Palavras-chave: Jogos. Brincadeiras. Ludicidade. Aprendizagem.

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INTRODUÇÃO[c]

Neste[d] trabalho, apresento a relevância da ludicidade para o desenvolvimento do aluno, demonstrando a diversidade de didática. As atividades lúdicas permitem a união de dois paradoxos “o Lúdico e o Saber”. Elas permitem a oportunidade de aprender os conhecimentos de forma mais interessante, atraente, dinâmica favorecendo o desenvolvimento psicomotor e cognitivo do aluno (RODRIGUES 2013). Como recurso dinâmico transformador, porém utilizado desde muitos anos atrás, temos hoje o lúdico sendo uma das tecnologias da didática, que surgiu dentre outras, para auxiliar no desenvolvimento da educação, tornando assim mais divertida e eficaz. O lúdico através de música, danças, brinquedos, brincadeiras, jogos e de outros atributos dessa natureza (ludicidade) possibilitando a exercitar o cognitivo, o social e a coordenação motora fina e grossa, estimulando o aluno à nova aprendizagem que contribui com o seu desenvolvimento psicopedagógico.

Porém, ao adaptar na prática pedagógica a importância do brincar que a criança possui, Piaget afirma ser na infância que existe a maior criatividade, o docente tem o papel de programa o lúdico como instrumento fundamental para desenvolve no aluno a capacidade de trabalhar a interação entre os alunos, brincar sem deixar de aprender, construindo um fundamento que ajuda a enfrentar suas dificuldades em diversos fatores como a percepção, o pensamento, o raciocínio e a linguagem. A criança que sempre participou de jogos e brincadeiras grupais saberão trabalhar em grupo; por ter aprendido a aceitar as regras do jogo, saberá também respeitar as normas grupais e sociais. É brincando bastante que a criança vai aprendendo a ser um adulto consciente, capaz de participar e engajar-se na vida de sua comunidade. (VIGOTSKY, 1994, p[e].82-83).

Sendo que no presente trabalho de conclusão de curso tem por objetivo entender a reflexão e a compreensão sobre a relevância do lúdico como ferramenta no processo desenvolvimento ensino aprendizagem dos primeiros da escola base até as séries iniciais do ensino fundamental, assim propondo a aprendizagem prazerosa, eficaz e dinâmica em forma de interação social, no contexto social do ser humano que tem o brincar como parte de sua natureza.

  1. BREVE HISTÓRIA DO[f] DESENVOLMENTO DA EDUCAÇÃO

Descrever sobre o histórico da educação é aponta que com o decorrer do tempo teve diversas incrementações e modificações em sua ação, ela passou por várias dimensões até chegar a sua efetiva missão educativa, fazendo desta forma parte de um período histórico e social.

No início não havia a presença do um educador, era no âmbito familiar que a educação acontecia, e era de maneira informal, olhando é que se aprendia. Conforme o tempo vai passado a sociedade deixa de ser arcaico, e cidades começam a aparecer, assim temos as primeiras manifestações de educação como ensino.Apesar desse quadro rompe e modifica no final da idade média por intermédio dos filósofos, do clero e dos sofistas,  que analizavam ensinar aos anseios dos jovensdos comerciantes enobrecidos e de famílias nobres, deixando em prejuízo o restante dos cidadãos.

De acordo com a revista online Capitolina (2016), as pessoas mais velhas sempre falam sobre suas vidas quando eram crianças, como aprendia e a forma como eram tratadas, que claramente era bem diferente da forma como as crianças atuais são tratadas. Consequentemente, a relação das famílias passou por grandes modificações e o ensino também. Com o passar dos anos, a importância da infância e adolescência também foi se transformando.

No Renascimento (início do século XVII), o ensino não tinha uma estrutura voltada para a aprendizagem desses alunos. Não existiam estruturas escolares para elas, então, os educadores da época repassavam seus conhecimentos para grupos de todas as idades, todos juntos, sem direcionamento para classes separadas por idade ou estrutura de conteúdo, em uma praça ou igrejas ali já existia atividades lúdicas mais ainda sem a compreensão, pois nos intervalos os alunos interagiam através de brincadeiras assim transformando a civilização.

A aprendizagem das crianças era apenas com a convivência com outras, com jovens e adultos. Infelizmente, ainda não tinham contato com uma educação padronizada. “A criança era, portanto, diferente do homem, mas apenas no tamanho e na força, enquanto as outras características permaneciam iguais” (ARIÈS, 1981, p.14).

Diferente do início do século XVII, com o decorrer do tempo, iniciou-se um processo de escolarização. Surgiu uma escola, e com ela, as primícias de uma turma. Foi um momento onde as crianças puderam ser separadas por idades, separando-se dos mais adultos. Na época, esses espaços eram chamados de quarentena. Nelas ainda não eram constituídas as etapas do desenvolvimento dos alunos, e não se aprofundavam, com responsabilidade, no processo educacional prestado.

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