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EDUCAÇÃO ROMANA E A INFLUÊNCIA GREGA

Por:   •  14/12/2015  •  Dissertação  •  771 Palavras (4 Páginas)  •  4.716 Visualizações

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A educação Romana

Introdução:

Roma desenvolveu sua cultura e educação mais tarde que os Gregos, mas foi tão importante para a história quanto para a educação Grega.

EDUCAÇÃO ROMANA E A INFLUÊNCIA GREGA

A educação em Roma seguiu os passos do desenvolvimento da educação grega. Da mesma forma que a Grécia, a escravidão e o surgimento da propriedade privada, tiveram como desdobramento o surgimento do Estado e de uma educação desigual.

O pensamento dos romanos tendia para a prática, enquanto que os Gregos se preocupavam com a racionalidade, harmonia e preparação.

Por volta da primeira metade do século IV a.C., Alexandre, o Grande, dominou a Grécia, e por ser um grande apreciador da cultura grega, difundiu a cultura dos gregos para as regiões por ele conquistadas, e essa distribuição da cultura grega pelo mundo ficou conhecida como helenismo ou Período Helenístico.

Os Romanos sempre estiveram em contato com a cultura Grega, mas foi só no século II a.C., que houve uma forte influencia em toda sociedade romana, desde as altas rodas até as chamadas servis, através do helenismo. Os romanos no processo de aculturação adotaram muitos aspectos da cultura Grega, e dotados de notável senso prático, souberam reelaborar essas influências, nas quais introduziram inovações que levaram a formação da cultura original romana. A influência grega na educação em geral e de modo especial foi no ensino.

A educação romana, desde os tempos mais remotos, inicia-se na educação doméstica, onde a vida familiar serve de principal instituição. Os civis romanos eram, porém, formados antes de tudo pela família, pelo papel central do pai, que possuía o poder de vida e morte sobre a mulher, filhos, escravos, os animais e qualquer outro bem, mas também pelo papel da mãe, por sua vez menos submissa e menos marginal na vida da família em comparação com a Grécia. Aos olhos dos romanos a família é o meio natural em que deve crescer e formar a criança. Tudo isso era diferente na Grécia, a oposição entre Grécia e Roma se manifesta desde os primeiros anos. Em Roma não é um escravo, mas a própria mãe quem educa seu filho. A mulher romana era valorizada e responsável por transmitir os primeiros elementos do falar e do escrever. Por volta dos 7 anos de idade, é o pai que assume a educação dos meninos e a responsabilidade de proporcionar ao filho a educação moral e cívica e levá-los à toda parte, para se instruírem sobre os segredos da vida pública, pois o ideal imediato de todo processo educativo é formar o bom cidadão, formar o homem que um dia possa servir à pátria, enquanto as meninas ficavam mais ligadas ao lar, aprendendo as tarefas domésticas. Por volta dos dezesseis anos a educação familiar terminava.  

O ensino em Roma apresenta algumas diferenças significativas em relação ao modelo educativo dos gregos. O ensino da música, do canto e da dança, peças importantes da educação grega, tornaram-se objeto de contestação por parte de alguns setores mais conservadores, que apelidaram estas formas de arte como impudicas e malsãs, toleráveis apenas para fins recreativos. A mesma reação surge contra o atletismo, tão essencial à Paidéia.

As primeiras escolas romanas foram inspiradas no modelo grego, mas aos poucos os romanos organizaram essas escolas em três graus clássicos de ensino, confiadas a três tipos de mestre especializados:

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