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PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (PCC)

Por:   •  3/9/2016  •  Ensaio  •  1.231 Palavras (5 Páginas)  •  1.012 Visualizações

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Sidney Ismael      RA-1434253      Licenciatura em Matemática

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (PCC)

ÁLGEBRA

Critérios de divisibilidade

Um número é divisível por outro quando o resto da divisão entre ambos é igual a zero. Os critérios de divisibilidade são regras para saber, de uma forma rápida, se um número é ou não divisível por outro, isto é, se a divisão será exata. Estas propriedades são úteis para realizarmos exercícios. Por exemplo, queremos saber se é possível dividir 438 bolas de gude entre 3 irmãos. A resposta é sim, porque 438 é divisível por 3. Isto se torna fácil de saber, utilizando-se o critério de divisibilidade por 3, que diz que para 438 ser divisível por 3, basta que a soma de seus algarismos (4+3+8=15) seja múltiplo de 3, o que de fato acontece. Mas imagine, se para saber se um números é ou não divisível por outro, fosse necessário efetuar a divisão e verificar se o resto é nulo. Isto se tornaria algo muito cansativo. Diante deste fato, os critérios de divisibilidade auxiliam a determinar quais números são divisores de um determinado número. Com isso podemos dizer que os critérios de divisibilidade são regras que permitem determinar a divisibilidade dos números sem a necessidade de efetuar longos processos de divisão.

MATEMÁTICA INTEGRADA

Quais atividades, recursos ou conteúdo do blog do professor você achou interessante e que utilizaria em sala de aula?

O site como um todo é muito interessante e dentre as atividades, a que achei interessante foram as atividades direcionadas ao ensino médio, com assuntos diversos e atuais. Na parte de recursos o E-book, disponibilizado como proposta de atividades do Projeto Vamos Contar, é uma ótima possibilidade para utilização em sala de aula, com as 20 idéias do IBGE para trabalhar com  Educação Estatística e no blog do professor o que encontrei de muito original e que também utilizaria, foi o vídeo enviado por Rita de Cássia – Mestre em Educação Matemática pela PUC-SP, falando sobre Desafio para Educação Inclusiva: Simulador de gráfico para crianças com deficiência visual.

FÍSICA GERAL

Experiências de Física aplicadas ao Ensino Médio.

O ensino de Física é considerado pelos professores uma disciplina difícil de ser ensinada e como consequência os alunos relatam dificuldades de aprendizagem dos conteúdos. Isto ocasionou uma redução de carga horária desta disciplina, chegando a um número insignificante em alguns casos. Considerando que hoje as únicas disciplinas obrigatórias do Ensino Médio são Português e Matemática, este quadro se torna preocupante, pois os alunos podem fazer a opção de estudar ou não Física. Por isso, procedimentos alternativos de ensino certamente são necessários para instigar a participação dos alunos e aumentar o interesse pelos conteúdos ministrados nas aulas de Física. Estes procedimentos devem ser dinâmicos, permitindo a participação interativa dos alunos. A sociedade hoje não aceita mais um procedimento de ensino exclusivamente expositivo. Isto reflete na falta de interesse dos alunos em aulas convencionais. Além disso, boa parte dos alunos do Ensino Médio, não é mais estudantes em tempo integral, o que exige ainda mais do professor em termos de planejamento de aulas que atraiam a atenção dos alunos. Os professores se encontram carentes de alternativas para escapar do ensino tradicional, e mesmo quando existe um procedimento teórico para se fazer as experiências, o professor não é instrumentado para tal. A realidade hoje é tal que, na imensa maioria dos casos, o professor não tem tempo e nem a escola tem recursos, para reunir todos os materiais e equipamentos necessários.

METODOLOGIA DO TRABALHO ACADÊMICO

Uma charge para analisar.

[pic 1]

Analisando a charge, mais uma vez a mulher é retratada como doméstica, caracterizada como a rainha do lar, de vassoura e pá nas mãos, lenço na cabeça e um vestido surrado, não mostra qualquer sinal de vaidade, isto tudo numa época em que são celebradas as conquistas femininas. Sua expressão séria, denota uma certa indignação, frente ao que está sendo dito na televisão a sua frente. Ainda que isto seja verdade, mantém-se impassível. Num primeiro momento volta-se a atenção para o tamanho da TV, onde em muitos lares as televisões ainda não são de LCD ou plasma. Em partes, no caso da charge,  esse modelo é coerente com a vida sofrida levada pela mulher. Dessa televisão, saem palavras retratadas como “blábláblá”, numa referência clara ao falatório sem objetivo e com tamanha intensidade, que esta enchendo e transbordando a lata de lixo. Desprezando o caráter temporal, a charge trata um aspecto contemporâneo, onde muito se fala sobre a qualidade da televisão brasileira, até mesmo a televisão ainda que timidamente critíca de tempo em tempo a qualidade da mesma, numa época em que convivemos com propaganda eleitoral gratuita, BBB’s, Fazenda e pro aí vai a lista de mau gosto.

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