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A Resenha ser da Compreensão

Por:   •  12/2/2020  •  Resenha  •  503 Palavras (3 Páginas)  •  11 Visualizações

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Psicodiagnóstico

Professora: Gisele Garcia

D1808D-2    Caroline Ferreira da Silva

Resenha: ‘’ O ser da compreensão’’ Capitulo 1 e 2 .

 Logo de inicio a autora deixa claro o quanto era necessário que a psicologia recebesse um status de ciência, pois a psicologia em suas diversas  áreas estavam no caminho certo e dispondo de requisitos para se tornar uma ciência, já a psicologia clinica teria um caminho longo a percorrer em relação a outras áreas, pois a própria palavra clinica já trazia consigo uma ideia puramente médica, sendo assim logo se associa a doença, fazendo com que a atuação do psicólogo seja oprimida. Nos dias atuais muitas pessoas ainda possuem esse pensamento leigo de imaginar o psicólogo somente em uma clinica em  relação vertical com o paciente,  onde se trata a ‘’doença´´ e não o doente. A psicanálise por sua vez é a principal agente de patologização  da fala cotidiana, sua linguagem é usada pela psicologia e por outras áreas,  sem que haja restrições, portanto a formação de psicólogos na universidades tem um foco maior na área clinica, e especialmente da psicanálise. O normal acaba sendo estigmatizado, pois a pessoa só e normal se estiver enquadrado nas normas previstas, não permitindo a transgressão do individuo, tornando assim uma má consciência do que é normal.

A cultura veem encarando a própria vida como uma doença e acreditando  que os conflitos são sanados por tratamentos e em especial por uso de remédios, deixando o individuo refém da medicação,e não somente isso, pois a partir da patologização a pessoa passa a se identificar com o laudo, trazendo assim uma fuga de existência do individuo, e com isso acabamos alimentando uma grande industria, que passa a lucrar cada vez mais, pois em suma todos nos vivemos, e tendo vida todos somos doentes.

 A Fenomenologia cuida do doente e não a doença, fazendo com que o individuo passe a perceber que a vida é uma constante ordem e desordem, mostrando ao paciente de que ele pode transformar um ambiente inadequado em mundo satisfatório, à fenomenologia vê a saúde e doença como etapas de um processo e não como opostos.

O normal para fenomenologia é a pessoa que consegue superar conflitos dentro da sua liberdade, e atender igual às forças da realidade, já o patológico é quando o individuo não consegue criar, pois fica preso a uma estrutura, sendo assim quando se elabora um diagnostico o primordial é saber em qual fase o individuo se encontra, e avaliar possíveis expansões e criações, portanto o individuo não é estereotipado e avaliado com um modelo de normalidade, e sim mostrar em que ponto o individuo se encontra e que feixe de significados ele constrói de si e do mundo.  O conflito não é visto como algo ruim e inútil, pelo contrário, é visto como processos da vida, pois o conflito é um gerador de equilíbrio.

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