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Estudo de Caso Ford Company

Por:   •  16/3/2017  •  Resenha  •  953 Palavras (4 Páginas)  •  1.292 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL

Fichamento de Estudo de Caso

Érico do Carmo Cordeiro

Disciplina: Cadeia de Suprimentos

Tutor: Prof. Roberto Tarantino

Fortaleza – Ce

2016

Estudo de Caso : Ford Motor Company

Cadeia de Suprimentos

Ford Motor Company – Estratégia de Cadeia de Suprimentos

REFERÊNCIA: AUSTIN, Robert. Ford Motor Company – Estratégia de Cadeia de Suprimentos. Havard Business School, 607-P03, Rev: 21 de dezembro de 2001  

O caso do autor baseia-se em uma tomada de decisão, que a Diretora de Sistemas de Cadeia de Suprimento, Teri Takai e executivos sêniores teriam que tomar e que seria de extrema importância para o futuro da Ford, a partir da pergunta: Como a companhia deveria utilizar as tecnologias emergentes de informação e idéias das novas empresas de alta tecnologia para modificar a forma de interagir com seus fornecedores? A partir daí diferentes visões surgiram entre os membros da equipe.

Considerada a segunda maior corporação industrial do Mundo com base em Dearborn, no estado de Michigan a Ford Motor Company mantinha suas operações em mais de 200 países, gerando uma receita de mais de 144 Milhões de dólares e cerca de 370 mil empregados, ela tem subsidiarias financeiras mais o foco continuava a ser a manufatura de automóveis. Um dado importante é que desde sua fundação em 1903 por Henry Ford, a companhia havia produzido mais de 260 milhões de veículos.

A estrutura de suprimento cresceu ao longo dos anos juntamente com a companhia no final dos anos 80 havia milhares de fornecedores de materiais de produção em uma complexa rede de relações de negócios o critério de escolhas dos fornecedores era basicamente a base de custo assim dando pouca importância ao custo total da cadeia de suprimento. Na década de 90 a Ford começou a tentar diminuir o número de fornecedores com os quais ela lidava diariamente.

Visto o momento, começou a ser questionada pela atual diretora do setor  Teri Takai e dois grupos divergiam na argumentação do modelo a ser seguido pela Ford. Um defendia uma “integração virtual” de modo a modelar a cadeia de suprimentos da Ford nos moldes de cadeias da Dell, que vinha utilizando agressivamente tecnologia para reduzir capital operacional e a exposição à obsolescência de estoques e o outro, mais cauteloso, acreditava que as diferenças entre a indústria automobilística e de computadores poderiam trazer complicações e o redesenho do processo poderia ser difícil, já que a rede de fornecedores da Ford era muito mais complexa (muitos níveis e empresas) e desempenhava um papel mais proeminente e independente  comparados ao da Dell.

Em 1995, a Ford havia iniciado um plano ambicioso de reestruturação, chamado Ford 2000, que envolvia a fusão das operações automotivas da América do Norte, Europa e Internacionais em uma única organização global. O Ford 2000 visava reduções drásticas de custos obtidas a partir de reengenharia e globalização de organizações e processos coorporativos. Ao tornar comuns os processos e produtos em termos globais, a Ford pretendia eliminar redundâncias organizacionais e em processos e alcançar enormes companhias de escala em manufatura e compras.

Importantes projetos de reengenharia foram iniciados nos principais processos da empresa, tais como Do Pedido à Entrega (OTD –Order-to-Delivery), que tinha a visão de criar um processo enxuto, flexível e previsível que harmonizasse os efeitos de todos os componentes da Ford para habilitá-la a prover aos consumidores os produtos certos, no lugar certo, na hora certa; e o Sistema de Produção Ford (FPS – Ford Production System) que era um sistema integrado visando tornar as operações da Ford mais enxutas, com maior capacidade de resposta e mais eficientes que focava em atributos-chave do processo produtivo, aspirando nivelar a produção e partir para um sistema puxado pela demanda, com produção sincronizada, fluxo contínuo e estabilidade em todo processo.

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