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Fichamento_Cafes_Monte_Bianco

Por:   •  9/8/2017  •  Trabalho acadêmico  •  1.047 Palavras (5 Páginas)  •  68 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA

Fichamento de Estudo de Caso

Aline Cristina Marinho Lima

Trabalho da disciplina de Contabilidade

                                                 Tutor: Profa. Claudia Basílio

Biblioteca da Universidade

2017

Estudo de Caso : Cafés Monte Bianco – Elaborando um Plano Financeiro

FICHAMENTO DE CONTABILIDADE

Cafés Monte Bianco – Elaborando um plano financeiro

REFERÊNCIA: SIMONS, Robert L.

                     DAVILA, Antonio

                     Harvard Business School, 114 – P02, November 07, 2000        

        O caso em questão trata-se da empresa Cafés Monte Bianco onde seu presidente, Giacomo Salvetti tinha dúvidas em relação ao investimento de mercado que a empresa estava executando.

        A Cafés Monte Bianco foi fundada no início do século XX pelo avô de Giacomo que repassou todo seu conhecimento adquirido na produção de café para seu filho Mario que retransmitiu esse conhecimento à Giacomo. A empresa ficava localizada em Milão e era uma das maiores produtoras e distribuidoras de cafés premium da Europa.
Giacomo desejava aumentar o negócio da empresa, para isso, durante 5 anos ele expandiu a capacidade da empresa através da construção de caras instalações. Com a desaceleração do mercado em 1998 Giacomo foi convencido de que uma boa alternativa para a empresa seria a produção de marcas próprias para grandes cadeias de supermercados da Itália, tal alternativa servia principalmente para ocupar a capacidade produtiva da empresa e absorver custos fixos de produção. Na época, muitos varejistas abordaram a empresa com pedidos de fornecimento de café a ser distribuído sob marcas próprias, contudo, para atender essa demanda seria necessário a redução da presença de seus cafés premium, visto que sua capacidade produtiva era de 350.000 kg/mês.
        Diante dessa possibilidade iniciou-se a discussão de como alocar a capacidade produtiva da empresa para o atendimento da demanda das grandes varejistas. O foco da discussão baseou-se no ponto onde alguns defendiam a transição completa da empresa para a produção de marcas próprias e outros defendiam que tal transição feria a essência da empresa de produzir cafés premium desde sua fundação. Giacomo desejava entender o impacto financeiro de tal mudança, desse modo pediu que todos os executivos aprofundassem suas análises com fatos e números para uma tomada de decisão mais segura.
        Na segunda reunião, Giovanni Calvaro apresentou uma previsão da demanda de cafés premium para o próximo ano com diferentes níveis de preço e de investimento em propaganda, evidenciando ainda que o mercado de cafés premium, apesar de ser o ponto forte da empresa, era um segmento muito volátil. Com relação ao segmento de marcas próprias, definiu que o mesmo era mais estável e com isso poderia garantir a completa ocupação da capacidade de produção instalada, entretanto, seria necessário o investimento no longo prazo visto que os clientes negociam os preços de forma que sejam os menores possíveis e esperam estabilidade e continuidade no suprimento. Giacomo então questionou como estavam os custos de produção da empresa. Paolo, diretor de produção, explicou que os custos variam com o volume e a quantidade de grãos, tais custos incluem o custo dos grãos e da mão-de-obra, bem como os custos fixos alocados em função do volume. Do mesmo modo, apresentou que se a empresa optar pela venda em marcas próprias, o custo fixo diminuiria em 781 milhões de liras aproximadamente, além disso, ocorreria a simplificação do plano de produção, pois diferente do segmento premium, o café de marcas próprias poderia ser estocado. Carla, confirma o entendimento de Paolo ao especificar que a mudança na produção seria ainda mais vantajosa se considerassem a redução das despesa de propaganda, de vendas e de P&D. Giacomo então pergunta como ficaria o fluxo de caixa da empresa se houvesse a mudança completa para o segmento de marcas próprias. Dino informa que a projeção é de que a empresa teria de utilizar todo seu limite de credito porque os varejistas de marcas próprias exigem um prazo de pagamento muito maior, de 90 dias ao invés do prazo habitual da empresa que era de 30 dias. Como a questão sobre a liquidez da empresa não foi respondida, Giacomo solicita nova análise de Carla e Dino para que digam exatamente quais as implicações de trabalhar no segmento de marcas próprias com base em um plano financeiro para o ano seguinte, e considerando uma capacidade adicional de produção de 1.800.000 Kg de cafés, pois somente desse modo poderia saber como ficará a saúde financeira da empresa.

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