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As Duas Faces De Um Crime

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Por:   •  21/9/2014  •  534 Palavras (3 Páginas)  •  450 Visualizações

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As Duas Faces de um Crime

Esse filme conta o caso de Martin Vail, um ex-promotor que se encontra na busca constante pela fama, ele procura trabalhar em casos de grande repercussão e é assim que ele pega a causa de Aron Stampler, um jovem coroinha, acusado de matar um arcebispo que o havia tirado das ruas.

O advogado é pura vaidade, é arrogante, gosta de estar em evidência, aparecer na mídia e se vangloriar de suas vitórias, sem dar importância à veracidade dos fatos, mas, neste caso, a busca pela fama não é oriunda apenas da necessidade de sentir-se reconhecido, mas também um mecanismo para camuflar o desrespeito que ele nutria por si mesmo.

Martin ouve, então, a história do garoto e alega inocência baseado na possibilidade de ter sido uma terceira pessoa já que o coroinha estava presente na cena do crime, mas afirma ter ‘perdido o tempo’, situação que lhe seria frequente desde a infância. Para explicar os desmaios do garoto à psiquiatra e perita criminal é convocada.

A promotora de acusação, que havia sido não só estagiaria e namorada de Martin, é escolhida para conduzir o caso e está decida a vencer. A motivação que lhe impulsiona vai além da necessidade de manter o emprego ela quer provar ser melhor que seu ex-mestre. Desta forma, o tribunal passa então a ser uma extensão da vida particular de ambos – o advogado o usa como mecanismo de vingança contra seu ex-chef, e a promotora como meio de humilhar o homem que sumiu após sair com ela algumas vezes.

À medida que começa a perder o caso, Vail passa a investigar profundamente o crime e então começa a acreditar que o jovem realmente diz a verdade. Ao descobrir fitas de onde o arcebispo levava menores de idade a praticarem de atos sexuais considerados promíscuos – como o sexo grupal, por exemplo – o advogado se desespera, pois fica claro, no vídeo, que a participação Aaron, sua namorada e de mais um colega era forçada. Diante da motivação do crime ele confronta o garoto e descobre que este possui múltiplas personalidades e decide mudar a alegação para insanidade mental, mas ele sabe que em suas mãos as provas seriam questionáveis e então manipula Venable, para que esta apresente a fita no tribunal.

Como já era de se esperar, o laudo feito pela psicóloga é questionado e então desconsiderado pela juíza. Diante disto Martin, por meio da promotora, cria uma situação de stress e obriga Roy – a outra personalidade de Aron – a

aparecer, diante dos olhos de todos os presentes na seção. O garoto ataca Janet e tem seu julgamento suspenso para que seja tratado em uma clinica psiquiatra. Na última cena o advogado, quando vai dar a noticia ao réu, ouve de Roy que ele havia matado o arcebispo e Linda e que ele havia inventado Aron para escapar da cadeia.

Chega-se a conclusão de se trata de um caso de sociopatia com dupla personalidade, desenvolvido devido a uma má vivência no período de sua infância que começou com a falta da mae e os mal tratos do pai.

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