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Resenha: Filme "A Lista de Schindler"

Por:   •  6/6/2019  •  Resenha  •  394 Palavras (2 Páginas)  •  16 Visualizações

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O filme “A lista de Schindler” (1993) é uma adaptação do livro A Arca de Schindler escrito por Thomas Keneally, baseado em fatos reais, e conta a história de um alemão chamado Oskar Schindler, que viveu no período da Segunda Guerra Mundial. Era um comerciante do mercado negro, oportunista e ambicioso, que simpatizava com o regime nazista, e que inicialmente viu os prisioneiros judeus como uma forma barata de gerar riquezas para seu próprio benefício. O produtor destaca todos os aspectos ruins da personalidade de Oskar, além do oportunismo e ambição, mostra seus objetivos individualistas e seu lado mulherengo.

Ao decorrer da história, são exibidos milhões de judeus tirados a força de suas casas, sendo saqueados, levados aos primeiro guetos e, posteriormente, aos campos de concentração. Mostra-se o horror que se passava nesses campos, e o sadismo dos soldados nazistas, através de cenas de assédios, de extrema violência como assassinatos de crianças, homicídios por puro prazer, massacres nas câmaras de gás e até mesmo a queima dos corpos. O filme é mostrado predominantemente em preto e branco, simbolizando que o período não tinha cor alguma, devido à melancolia criada pela tamanha crueldade.

Schindler observa de perto todas as barbaridades feitas pelos soldados alemães a mando do regime nazista, e ao passar do filme é notável a mudança do personagem, que se transforma em uma pessoa altruísta, com uma vontade imensa de ajudar a salvar vidas inocentes. Em sua fábrica, contratou o máximo possível de judeus, e abdicou de toda a sua fortuna para protegê-los, utilizando-a para subornar oficiais nazistas para que não os levassem as câmaras de gás.

O objetivo do filme é retratar de maneira realista o que o povo judeu sofreu na Segunda Guerra Mundial, no qual toda uma população foi alienada para ver esse grupo não mais como seres humanos, mas sim como abominações que propagavam a religião do pecado, como era descrito o judaísmo na época. Hitler era obcecado com o ideal de pureza racial, acreditando que os germânicos constituíam a raça pura superior, enquanto que os judeus constituíam a raça “destruidora” inferior, e que, portanto deveriam ser apagados da história por quaisquer meios necessários. Para isso difundiram mentiras acerca do povo judeu, como por exemplo, que possuíam alto poder econômico e monopólio dos meios de comunicação, e, além disso, receberam a culpa por todos os males que a Alemanha enfrentava.

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