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Trabalho de dependencia RH unopar

Por:   •  21/5/2015  •  Trabalho acadêmico  •  1.085 Palavras (5 Páginas)  •  141 Visualizações

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SUMÁRIO

1        INTRODUÇÃO        

3        DESENVOLVIMENTO        

4        CONCLUSÃO        

REFERÊNCIAS        



  1. INTRODUÇÃO

É possível ser feliz sozinho? É possível sem ajuda esta sempre numa escalada em direção ao sucesso, dinheiro, status? De acordo com estudos feitos por especialistas renomados como a Psicóloga Betânia Tanure e sua equipe os executivos são um grupo de pessoas que cada vez mais se tornam sozinhos, angustiados e doentes.

Nesse contexto bastante agressivo, tentar lidar com todos os temas da vida empresarial e pessoal sozinho é um risco muito grande. Além disso, o indivíduo leva muito tempo para se desenvolver, quando o faz por conta própria. A globalização desponta como uma das principais vilãs responsáveis pelo aumento da tensão entre os executivos com a competição disparando de todos os lados as empresas correm atrás de aumento de produtividade para brigar em condições de igualdade com a concorrência mais e mais voraz. Em um mundo afeito a mudanças velozes que obrigam os profissionais a se dividirem em varias tarefas cotidianas quem se destaca são exatamente aqueles se entregam totalmente trabalham intensamente tem ambição desmedida, são competitivos sendo obrigados a viver num ambiente solitário. De acordo com a entrevista da Psicóloga Betânia Tanure aos executivos a fez chegar a conclusão de que não é mais dinheiro que trás a felicidade dos executivos e sim amar o que fazem se isso for alinhado a um ambiente de trabalho sadio eles se encontram no paraíso ainda pontuando sua pesquisa o problema não é lançar um produto e sim as reuniões intermináveis.


  1. DESENVOLVIMENTO

Os executivos por estarem em constante ambiente de trabalho dentro e fora do escritório graças aos variados meios eletrônicos (Ipad, Iphone, Smartfones, etc) esquecem que há uma vida depois do trabalho diário mas eles são verdadeiros WORKAHOLIC. Grande parte deles já foi casada, tiveram filhos, mas por não conseguirem fazer uma separação racional hoje vivem isolados do convívio familiar e causando um efeito negativo, pois esses filhos gerados de um casamento falido se tornaram adultos infelizes.

 Os executivos vivem mergulhados em seu mundo corporativo correndo sempre contra o tempo por metas, por negócios bem sucedidos e lucrativos que esquecem que um dia normal de trabalho tem apenas 24 horas.
(WORKAHOLIC: aquele que é viciado em trabalho). Muitos deles a beira de um colapso já foram acometidos por enfermidades já se viram a beira da morte, e só assim conseguiram desacelerar, mas não parar de trabalhar.

Sem muitas opções satisfatórias os executivos tem que escolher entre a ascensão profissional a família e a saúde a grande maioria escolhe a escalada profissional nessa fase a Psicologia Organizacional trabalha para encontrar um equilíbrio dos parâmetros desenhados por este executivo para viver, com tanto em jogo o sofrimento para esses executivos se apresenta não como uma patogenia, mas como base para impulsionar e alcançar tais objetivos.

Artigo “A ANGUSTIA NA VIDA EXECUTIVA” um diretor de uma empresa reagiu aos gritos quando o chefe lhe deu uma tarefa impossível de ser cumprida no prazo, este diretor precisou ser contido por colegas e levado a tratamento psiquiátrico.Com tantas cobranças por alcance de resultados positivos e rápidos ,a falta de descanso a rotina os executivos se tornam pessoas cada vez mas estressadas sim se tornam por que erroneamente as pessoas pensam que as pessoas são estressadas mas na verdade elas se tornam. Pôr que o estresse nada, mas é que uma reação do corpo a uma situação extrema no mesmo artigo tem outro exemplo quando um executivo desmaiou no banheiro antes de uma reunião essa foi à forma do corpo de preservar diante da situação extrema que viria. De acordo com Davel (2001) “O clima organizacional é a percepção da forma coletiva que os indivíduos têm de uma empresa.”.

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