Transtorno Alimentar Na Adolescência
Por: Diego Andrade • 5/1/2026 • Trabalho acadêmico • 550 Palavras (3 Páginas) • 13 Visualizações
TRANSTORNO ALIMENTAR NA ADOLESCÊNCIA[pic 1]
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Aline Soares do Prado; Cintia Ap. dos Santos; Erika Penteado Paz ; Renilça Teixeira; Vitória Ap. Candido da Silva
Orientador: Profª Fernanda Marcucci[pic 3]
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O ambiente escolar deve ser um espaço de socialização, aprendizado e desenvolvimento integral
da criança. No entanto, situações de violência, como o bullying, vêm se tornando um desafio
significativo para educadores, famílias e gestores. O bullying, caracterizado por ações
intencionais, repetitivas e que envolvem desequilíbrio de poder entre pares, pode gerar
consequências graves, como baixa autoestima, dificuldades de aprendizagem, isolamento social
e até sintomas depressivos.
Na educação infantil, a identificação precoce e a intervenção adequada são fundamentais, pois é
nesse período que a criança desenvolve suas primeiras interações sociais e constrói valores
relacionados ao respeito, à empatia e à convivência coletiva.
Portanto, a prevenção e a
intervenção no bullying em escolas infantis não apenas evitam a intensificação do problema, mas
também favorecem a formação de um ambiente saudável e inclusivo, no qual todas as crianças
possam se sentir seguras e valorizadas
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Promover um ambiente acolhedor, respeitoso e seguro na educação infantil, prevenindo situações de exclusão e agressividade e estimulando nas crianças valores de empatia, amizade e cooperação.
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Pesquisa qualitativa e interventiva realizada em cinco encontros lúdicos com contação de histórias, dramatização e jogos cooperativos. As crianças participaram de forma ativa, expressando emoções e criando soluções para conflitos. A análise ocorreu por observação participativa e registro em diário de campo.
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A prevenção e intervenção do bullying na educação infantil exigem ações integradas entre escola, família e comunidade.
Práticas pedagógicas inclusivas e projetos socioemocionais ajudam a desenvolver empatia, respeito e habilidades de convivência.
Intervenções como mediação, orientação individual e suporte emocional são essenciais para acolher vítimas e conduzir agressores à mudança de comportamento.
A construção de uma cultura de paz depende de um ambiente escolar acolhedor, com relações respeitosas e valorização da diversidade.
Conclui-se que agir precocemente reduz danos, melhora vínculos sociais e promove o desenvolvimento integral das crianças.
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Os dados evidenciam que o bullying na educação infantil ocorre de forma sutil, muitas vezes confundido com brincadeiras, mas gera impactos emocionais e sociais relevantes. As ações preventivas baseadas na educação socioemocional e em práticas pedagógicas inclusivas mostraram-se eficazes para desenvolver empatia e melhorar a convivência.
A formação dos professores e o diálogo constante com as famílias foram essenciais para identificar casos precocemente e atuar de maneira integrada. Assim, a escola que promove acolhimento, comunicação e mediação de conflitos reduz significativamente a ocorrência de comportamentos agressivos e fortalece um ambiente mais seguro e respeitoso.
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