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A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO DIAGNÓSTICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA MUNICIPAL PROF.ª LUCIENE ARAÚJO OLIVEIRA

Por:   •  8/10/2019  •  Monografia  •  4.190 Palavras (17 Páginas)  •  5 Visualizações

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A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO DIAGNÓSTICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA MUNICIPAL PROF.ª LUCIENE ARAÚJO OLIVEIRA

Capim Grosso - BA

2018

FÁBIO SILVEIRA MENDES

JULIANA SILVA CUNHA

A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO DIAGNÓSTICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA MUNICIPAL PROF.ª LUCIENE ARAÚJO OLIVEIRA

Monografia apresentada à Coordenação do Curso de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Educacionais Capim Grosso - FCG, como requisito para a conclusão do Curso de Psicopedagogia Clínica e Institucional

Orientadora:

Capim Grosso - BA

2018

RESUMO

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO............................................................................................

08

  1. INTRODUÇÃO

Presenciamos no dia a dia das instituições escolares uma série de desafios a serem superados. As condições de ensino muitas vezes precárias, falta de estrutura física adequada, materiais insuficientes para atender a demanda de alunos e até mesmo a ausência deste quando se trata de um atendimento especial. Tudo isso é preocupante, mas o desafio maior a ser superado são as dificuldades de aprendizagem que estão presentes em qualquer ambiente escolar.

É sabido que, para que a criança apresente algum problema de aprendizagem não necessariamente deverá apresentar algum tipo de deficiência física, mental, visual ou auditiva, ela simplesmente não apresenta as mesmas facilidades/habilidades que as outras crianças possuem no processo de compreensão dos conteúdos, formulação de opiniões, raciocínio lógico e na interpretação da linguagem falada, escrita, visual ou numérica.

Casos de problemas de aprendizagem são constantes em todas as escolas. Os professores convivem e enfrentam diariamente, os supostos problemas, muitas vezes chamados de distúrbios de aprendizagem. As queixas são as mais variadas e muitas vezes a divergência é estabelecida entre a família da criança envolvida e a escola que ela frequenta. Lastimável, fica a situação, quando a rotulação de alunos portadores de distúrbios ou dificuldades de aprendizagem fica estabelecida por ambas as partes, escola e família.

Esta é uma questão que deve ser amplamente refletida, pois, diversos rótulos têm sido utilizados de maneira impune e crescente nos meios escolares, como justificativa para os mais diversos encaminhamentos de alunos aos consultórios médicos, psicopedagógicos e tantos outros. A questão merece especial atenção, pois ao atribuirmos deficiências, sejam elas emocionais, cognitivas, motoras ou perceptuais, ao aluno, estamos transferindo a responsabilidade pelo baixo desempenho escolar ao próprio aluno, retirando assim, a responsabilidade da família, escola e do professor, que, de certa forma, têm sua participação no processo em questão.

A discussão sobre as dificuldades do aluno e mesmo a rotulação, não devem ser analisadas isoladamente pelas partes envolvidas, outros fatores, mais abrangentes precisam ser considerados e inter-relacionados.

Por isso, é necessário que toda instituição escolar tenha a atuação de um
psicopedagogo, de forma a diagnosticar os problemas de aprendizagem e procurar intervir da melhor maneira possível. É essencial também que todo educador detenha uma diversidade de saberes pedagógico e competências para trabalhar com seus alunos, e em parceria com o psicopedagogo desenvolvam atitudes de saber ouvir, falar e saber olhar, pois é a partir de um olhar minucioso que eles irão detectar as habilidades e dificuldades de aprendizagem que o educando apresenta para que a intervenção possa ser feita.

Nessa perspectiva, esta pesquisa volta-se para um estudo das dificuldades de aprendizagem, enfocando a importância do psicopedagogo no diagnóstico das dificuldades de aprendizagem, através de investigação dos fatores que dificultam o processo de ensino aprendizagem dos discentes, com um olhar direcionado acerca da queixa escolar de forma a considerar questões como: a evasão escolar, as necessidades educacionais especiais, a função da escola, família e sociedade como fatores contribuintes nesse processo de desenvolvimento do aluno, pois uma vez descoberto o problema dependendo do grau em que se encontra, poderá ser trabalhado e consequentemente haverá um avanço e até mesmo a superação da
dificuldade.

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