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Gestor escola e novas tecnologias

Por:   •  16/10/2015  •  Trabalho acadêmico  •  773 Palavras (4 Páginas)  •  200 Visualizações

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1. INTRODUÇÃO

A instituição de ensino que trabalha com as novas tecnologias, se modernizando tanto na prática pedagógica, quanto os processos administrativos, verifica-se que é possível às mesmas tarefas que antes eram feitas com grandes esforços ser muito menor, e percebem que essas demandas criam novas possibilidades que não existiam sem elas, o investimentos para as novas tecnologias não necessita de recursos exorbitantes e mirabolantes, ele pode ser gradual com pouco ou nenhum recurso e não precisa esta ligada a nem um projeto de instituições. A gestão escolar pode implanta em projeto de uso das tecnologias através de um plano de ações, ou de meta que tenha como objetivo a inclusão digital, a informatização de dados e o uso da internet como recurso de meios de comunicação eficaz como alunos e professores, a comunidade escolar precisa de ações como; abertura de sala de informática parceria estratégica como a comunidade e disponibilidade de recursos tecnológico aos professores e aos alunos inserção das tics nos projetos pedagógicos da escola. Gestor não precisa ter grande domínio da tecnologia para essas ações e gerir esse plano, mas precisara de sensibilidade para procura em todo âmbito escola e na comunidade as pessoas que tenha a proximidade maior com essa tecnologia conhecimento e delegar a elas as tarefas.

2. DESENVOLVIMENTO

Interpretada como uma construção social, a gestão democrática indicada na LDB n. 9394/96. Trata-se de conceber a escola como uma organização social, inserida num contexto local, com identidade e cultura próprias, materializadas em seu projeto político pedagógico construído pela sua coletividade. Na virada do século, não se trata mais de nos perguntarmos se devemos ou não introduzir as novas tecnologias da informação e da comunicação no processo educativo. Já na década de oitenta, educadores preocupados com a questão consideraram inevitáveis que a informática invadisse a educação e a escola, assim como ela havia atingido toda a sociedade (Monteiro & Rezende, 1993). Atualmente, professores de várias áreas reagem de maneira mais radical, reconhecendo que, se a educação e a escola não abrirem espaço para essas novas linguagens, elas poderão ter seus espaços definitivamente comprometidos (Kawamura, 1998). Sabemos, entretanto, que os meios, por si sós, não são capazes de trazer contribuições para a área educacional e que eles são ineficientes se usados como o ingrediente mais importante do processo educativo, ou sem a reflexão humana. Mesmo aqueles que defendem a tecnologia, proclamando apenas seus benefícios, deveriam considerar que a tecnologia educacional deve adequar-se às necessidades de determinado projeto político-pedagógico, colocando-se a serviço de seus objetivos e nunca os determinando. Embora seja verdade que a tecnologia educacional não irá resolver os problemas da educação, que são de natureza social, política, ideológica, econômica e cultural, essa constatação não nos pode deixar sem ação frente à introdução das inovações tecnológicas no contexto educacional. Ainda é preciso continuar pesquisando

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